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Grupo investiga variáveis genéticas relacionadas à obesidade

obesidadePor que algumas pessoas conseguem emagrecer com facilidade e outras não? Por que a maioria delas recupera o peso perdido, mas não todas? Por que pacientes obesos submetidos à mesma dieta ou intervenção cirúrgica apresentam respostas diferentes ao tratamento?

Para tentar responder a perguntas como essas, a equipe do Laboratório de Estudos em Nutrigenômica (LEN) – vinculado à Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo

Hemofilia A tem novo tratamento aprovado

A Anvisa publicou ontem, segunda-feira, 2 de janeiro, o registro do medicamentos Nuwiq que tem como substância ativa o fator de coagulação VIII recombinante humano (alfasimoctocogue). O medicamento, registrado como produto biológico novo, substitui o fator VIII no corpo humano e é utilizado para o tratamento e prevenção de hemorragias em pacientes com hemofilia A.

O fator VIII está presente no sangue e é necessário para formar coágulos e estancar sangramentos de forma natural no organismo.

Pesquisa aponta benefícios da meditação

Parece até um anúncio de dieta milagrosa, ou um de um segredo para o sucesso, mas os cientistas encontraram mesmo benefícios na meditação.

Uma pesquisa feita pela Universidade da Carolina do Norte e publicada no periódico Consciência e Cognição, mostrou que pacientes que praticavam a técnica conhecida como "mindfulness", em que é preciso desenvolver um estado mental de atenção plena por meio da meditação, mostraram uma melhoria significativa em suas habilidades cognitivas críticas.

O detalhe é que eles só fizeram quatro dias de treinamento por apenas 20 minutos por dia.

Pesquisadores desenvolvem dispositivo que pode substituir eletrodos

Nos últimos anos, cientistas de todas as partes do mundo, incluindo o Brasil, têm investido em implantes cerebrais para devolver os sentidos a pessoas que perderam movimento do corpo, a visão ou a audição. Para tanto, é preciso ativar circuitos cerebrais associados a essas habilidades, o que se faz, atualmente, por meio da estimulação elétrica. Agora, pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, nos Estados Unidos, desenvolveram uma microbobina que substitui os eletrodos utilizando o magnetismo.

“Os sistemas de estimulação neural baseados em eletrodos têm sido usados para restaurar