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Nanopartícula combina estratégias para acelerar a cicatrização de feridas

cicatrizPesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram uma nanopartícula capaz de agir sobre diferentes fatores que impedem a cicatrização de feridas crônicas, como é o caso das úlceras associadas ao diabetes e das escaras comuns em pessoas acamadas. Essas lesões, que podem persistir por meses ou até anos, afetam de 1% a 2% da população e representam um importante problema de saúde pública, pois aumentam o risco de infecções e de amputações, além de comprometerem significativamente

Uso de medicamento oferecido no SUS reduz casos de malária no Brasil

malariaO Brasil registrou queda de 30% nas mortes por malária em 2025. Os óbitos passaram de 56 em 2024 para 39 no ano passado. Além disso, os casos da forma mais grave da doença caíram 30,7%.
Os 118.037 registros da doença contraídos no território nacional no mesmo período representam um recuo de 15% em relação a 2024 e são o menor número desde 1978.
“Chegamos à menor taxa de casos de malária dos últimos 47 anos na nossa história”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, nesta segunda-feira (17), após participar do 61º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (MedTrop), em Brasília.

Molécula vasodilatadora pode reduzir dano ao coração após o infarto

corePesquisa da Unicamp avaliou em ratos os efeitos da S-nitrosoglutationa. Resultados mostram que o composto preserva as células cardíacas durante a retomada da circulação, mas requer dosagem exata para não ser tóxico.
Uma molécula capaz de relaxar os vasos e restaurar o fluxo de sangue logo após um infarto pode reduzir drasticamente as sequelas e o tamanho da lesão no músculo do coração. É o que indica um estudo liderado por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Vacinas em uso no Brasil NÃO são experimentais

anvisavacinaEm meio ao alerta contra o sarampo emitido pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), surgem novamente informações falsas contra a vacinação. É importante deixar claro que NÃO existe dúvida sobre a importância da vacinação para a proteção das pessoas contra doenças graves.

As vacinas em uso no SUS e na rede privada passaram por todas as etapas necessárias para verificar sua segurança e eficácia. NÃO existem vacinas experimentais sendo utilizadas no país. Vacinas NÃO causam intoxicação. Vacinas NÃO contêm ingredientes secretos ou partes de corpos humanos.

Como todo medicamento, as vacinas são produtos importantes para o controle de doenças. Antes de chegar à população, porém, precisam passar por estudos realizados pelas empresas que desenvolvem o produto para a comprovação de sua qualidade, segurança e eficácia. A Anvisa monitora continuamente a segurança das vacinas.

Para muitas doenças, como o sarampo, o tétano, a meningite, a Covid-19 e tantas outras, as vacinas são a opção mais segura, acessível e efetiva de proteção.

No Brasil, as vacinas em uso são monitoradas pelo sistema de farmacovigilância e também pelo Programa Nacional de Imunizações, para que eventos adversos possam ser identificados e avaliados. Ou seja, existe uma análise constante do perfil de benefício-risco desses produtos.

De acordo com o Ministério da Saúde, até o dia 13 de agosto deste ano, havia registro de 24 casos de sarampo, relacionados à importação do vírus por viajantes que estiveram em outros países. Por isso, é importante que a população busque os postos de vacinação para participar da Campanha de Multivacinação, que vai até o dia 1º de setembro em todo o país.

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2026/vacinas-em-uso-no-brasil-nao-sao-experimentais