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Pesquisa aponta benefícios da meditação

Parece até um anúncio de dieta milagrosa, ou um de um segredo para o sucesso, mas os cientistas encontraram mesmo benefícios na meditação.

Uma pesquisa feita pela Universidade da Carolina do Norte e publicada no periódico Consciência e Cognição, mostrou que pacientes que praticavam a técnica conhecida como "mindfulness", em que é preciso desenvolver um estado mental de atenção plena por meio da meditação, mostraram uma melhoria significativa em suas habilidades cognitivas críticas.

O detalhe é que eles só fizeram quatro dias de treinamento por apenas 20 minutos por dia.

Pesquisadores desenvolvem dispositivo que pode substituir eletrodos

Nos últimos anos, cientistas de todas as partes do mundo, incluindo o Brasil, têm investido em implantes cerebrais para devolver os sentidos a pessoas que perderam movimento do corpo, a visão ou a audição. Para tanto, é preciso ativar circuitos cerebrais associados a essas habilidades, o que se faz, atualmente, por meio da estimulação elétrica. Agora, pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, nos Estados Unidos, desenvolveram uma microbobina que substitui os eletrodos utilizando o magnetismo.

“Os sistemas de estimulação neural baseados em eletrodos têm sido usados para restaurar

Soluções em 3D poderão ajudar médicos com imagens detalhadas do corpo

Diferenciar células cancerígenas das sadias é um dos grandes desafios médicos, triagem imprescindível durante a cirurgia de retirada de um tumor, por exemplo. Com a ajuda da tecnologia tridimensional, essa tarefa poderá se tornar mais fácil. Assim como outros procedimentos que precisam da visualização detalhada de partes do corpo e da ação de micro-organismos invasores e medicamentos. Cientistas brasileiros e estrangeiros trabalham com afinco em projetos do tipo e começam a apresentar resultados promissores. 
É o caso de um microscópio de mão projetado por pesquisadores britânicos.

Como um diagnóstico feito há 200 anos pode ajudar a entender evolução do câncer

Médicos do Reino Unido confirmaram - com certo atraso, reconhecem - um diagnóstico feito há mais de 200 anos por um dos cirurgiões mais influentes da história da medicina.

O mais importante, no entanto, é que agora eles querem usar aquele diagnóstico em uma avaliação sobre como o câncer evoluiu nos últimos dois séculos.

John Hunter é considerado pivô da transformação da medicina em ciência moderna.