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Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos veterinários

Notícias 28-04-2026 Lilian Russo

Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos veterinários

Desafios e Perspectivas no Registro de Genéricos VeterináriosUm encontro estratégico para discutir regulamentação, avanços e tendências do setor.???? 8 de maio de 2026???? Câmara Municipal de São Paulo???? inscreva-se!https://forms.gle/curzU6CAkYGNESL28

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INAEP - composição

Notícias 28-04-2026 Lilian Russo

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A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep) é um órgão colegiado independente, vinculado ao Ministério da Saúde, que representa um avanço na modernização do sistema de ética em pesquisa no Brasil. Sua atuação contribui para a redução de prazos, a ampliaçã...

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Nova Plataforma Nacional de Pesquisa

Notícias 11-04-2026 Lilian Russo

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A 1ª Reunião Ordinária, no âmbito da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde – SCTIE/MS é um passo concreto e significativo rumo à institucionalização de uma plataforma que está sendo construída com responsabilidade, escuta ativa e participação plural.

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Proteção e ciência: consulta pública vai orientar normas para biobancos e uso de material biológico humano

Notícias 10-04-2026 Lilian Russo

Proteção e ciência: consulta pública vai orientar normas para biobancos e uso de material biológico humano

A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep), colegiado do Ministério da Saúde, publicou no Diário Oficial da União (DOU) de 02/04, uma consulta pública para definir parâmetros para a criação, governança e operação de biobancos, locais onde são armazenados, por longo prazo, mate...

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Formulário de inscrição do processo seletivo de especialistas para compor a Instância Nacional de Ética em Pesquisa – INAEP

Notícias 02-04-2026 Lilian Russo

Formulário de inscrição do processo seletivo de especialistas para compor a Instância Nacional de Ética em Pesquisa – INAEP

Acesse o formulário de inscrição do processo seletivo de especialistas para compor a Instância Nacional de Ética em Pesquisa – INAEP:

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Pesquisadores desenvolvem dispositivo que pode substituir eletrodos

Nos últimos anos, cientistas de todas as partes do mundo, incluindo o Brasil, têm investido em implantes cerebrais para devolver os sentidos a pessoas que perderam movimento do corpo, a visão ou a audição. Para tanto, é preciso ativar circuitos cerebrais associados a essas habilidades, o que se faz, atualmente, por meio da estimulação elétrica. Agora, pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, nos Estados Unidos, desenvolveram uma microbobina que substitui os eletrodos utilizando o magnetismo.

“Os sistemas de estimulação neural baseados em eletrodos têm sido usados para restaurar

os sentidos, tratar distúrbios neurológicos, como a doença de Parkinson, e na interface cérebro-máquina, que estimulam a habilidade do paciente paralisado de se comunicar e mover objetos”, diz Seung Woo Lee, principal autor do trabalho, publicado na revista Science Advances. “Contudo, os dispositivos, especialmente os que têm o córtex como alvo, ainda apresentam muitas limitações. O ambiente interno do cérebro pode erodir o eletrodo de metal ao longo do tempo. Além disso, a resposta natural do corpo a um objeto externo pode causar cicatrizes que impedem a passagem dos campos elétricos”, afirma.

De acordo com Lee, o uso de magnetismo no lugar de eletricidade para estimular os neurônios tem várias vantagens, como a capacidade do primeiro de penetrar o tecido cicatricial. “Como o sinal magnético pode passar através do material isolante biocompatível, o contato direto entre o tecido neural e a bobina não acontece, o que reduz os danos potenciais ao dispositivo”, explica o pesquisador. Um problema que havia até agora é que se acreditava que bobinas magnéticas suficientemente fortes para ativar as células do cérebro deveriam ser muito grandes para serem implantadas no córtex.

Contudo, o dispositivo desenvolvido por Lee e por Shelley Fried, em colaboração com cientistas do Centro de Pesquisa de Palo Alto, tira vantagem do fato de que a passagem da corrente elétrica através de um fio dobrado é capaz de induzir o campo magnético. Dessa forma, a nova bobina é muito similar ao tamanho dos eletrodos utilizados na estimulação cerebral, ao mesmo tempo em que gera campos magnéticos suficientes para ativar os neurônios.

Por Paloma Oliveto
Correio Braziliense

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