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Lei facilita registro para uso experimental de novos medicamentos

Foi sancionada a lei aprovada pelo Congresso Nacional que passa a punir o descumprimento de prazos para a liberação de novos medicamentos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A Lei 13.411/2016 mantém os atuais 90 dias de prazo apenas para o registro de remédios “urgentes”, mas os medicamentos classificados como “prioritários” terão 120 dias e os chamados medicamentos gerais, 365 dias. Não precisam de registro os medicamentos novos, destinados exclusivamente a uso experimental, sob controle médico, podendo inclusive, ser importados mediante autorização do Ministério da Saúde.

O texto também estabelece punição para servidores públicos que atrasarem os processos de autorização sob responsabilidade da Anvisa, como informa o repórter Carlos Penna Brescianini, da Rádio Senado.

Fonte: Agência Senado

Revisão de estudos feita pela OMS confirma relação entre zika e Guillain-Barré

zicaUm grupo de trabalho da Organização Mundial da Saúde (OMS), em parceria com a Universidade de Berna, na Suíça, fez uma análise de 72 estudos publicados sobre o vírus da zika e confirmou sua relação com a síndrome de Guillain-Barré. O artigo foi publicado nesta terça-feira (3) na revista “PLoS Medicine”.

A síndrome de Guillain-Barré é uma condição rara em que o sistema imunitário do paciente ataca os nervos periféricos. Ela é mais frequente no sexo masculino, mas pessoas de todas as idades podem ser afetadas.

Grupo investiga variáveis genéticas relacionadas à obesidade

obesidadePor que algumas pessoas conseguem emagrecer com facilidade e outras não? Por que a maioria delas recupera o peso perdido, mas não todas? Por que pacientes obesos submetidos à mesma dieta ou intervenção cirúrgica apresentam respostas diferentes ao tratamento?

Para tentar responder a perguntas como essas, a equipe do Laboratório de Estudos em Nutrigenômica (LEN) – vinculado à Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo

Hemofilia A tem novo tratamento aprovado

A Anvisa publicou ontem, segunda-feira, 2 de janeiro, o registro do medicamentos Nuwiq que tem como substância ativa o fator de coagulação VIII recombinante humano (alfasimoctocogue). O medicamento, registrado como produto biológico novo, substitui o fator VIII no corpo humano e é utilizado para o tratamento e prevenção de hemorragias em pacientes com hemofilia A.

O fator VIII está presente no sangue e é necessário para formar coágulos e estancar sangramentos de forma natural no organismo.