Exercício físico reverte atrofia muscular provocada por câncer
A prática de exercício físico pode ser favorável para pacientes oncológicos. Estudo realizado em modelo animal por equipe internacional de pesquisadores comprovou que o treinamento regular de atividades aeróbicas, além de melhorar a capacidade física, também reverteu perda de massa muscular, normalizou a função contrátil do músculo e, sobretudo, prolongou em 30% a sobrevida de ratos com tumores.





O mundo testemunhou neste ano uma corrida sem precedentes em busca de um tratamento eficaz contra a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Com o avanço da pandemia, pesquisadores, empresas farmacêuticas e autoridades de saúde multiplicaram os esforços para testar a capacidade de vários compostos – alguns novos e muitos já em uso contra outras enfermidades – de deter o vírus ou reduzir os danos diretos e indiretos que causa ao organismo. Em questão de meses, milhares de pesquisas avaliando a ação de medicamentos em seres humanos, os chamados ensaios clínicos, foram planejadas e centenas colocadas em prática.
A criação de um auxílio emergencial para os trabalhadores que ficaram sem renda durante a pandemia reduziu a extrema pobreza ao menor nível dos últimos 40 anos, transformou a percepção da sociedade acerca das medidas de proteção social e levou a discussão sobre desigualdade a um novo patamar no país.
Um grupo de pesquisadores de Campinas e de Barcelona identificou um conjunto de genes cuja atividade está alterada no intestino de pacientes com a doença de Crohn – síndrome que afeta o sistema digestivo e tem como principal sintoma dor abdominal associada à diarreia, febre, perda de apetite e peso. A descoberta pode levar a uma melhor compreensão da enfermidade e a formas mais eficientes de predição