Cientistas e médicos defendem a redução do tempo para aprovar projetos
Em ato realizado no dia 9 de abril de 2014, em São Paulo, integrantes de várias organizações lançaram a "Aliança Pesquisa Clínica Brasil". Eles alegam que a burocracia do Ministério da Saúde brasileiro emperra os estudos com humanos, pois a aprovação da pesquisa leva de 12 a 15 meses. O representante do sistema CEP/Conep, Jorge Venâncio, garante que o governo trabalha para reduzir os prazos, que hoje estariam em 118 dias. A Anvisa, por sua vez, defende que a maioria das exigências responsáveis pela dilatação do prazo seria resolvida com a participação ativa das instituições de saúde. Veja cobertura completa no portal G1, da Globo.





O Conselho Nacional de Saúde (CNS), instância máxima de deliberação do SUS, que possui caráter permanente e deliberativo, tem a missão de deliberar, fiscalizar, acompanhar e monitorar as políticas públicas de saúde.
O Brasil está perdendo oportunidades no campo da pesquisa clínica de novos medicamentos por conta de um sistema burocrático que engessa os pedidos de autorização para estudos, advertiram pesquisadores e organizações sociais em audiência pública realizada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) no dia 18 de março de 2014. Entre os expositores, Jaderson Sócrates Lima (foto), que representou a Associação Médica Brasileira (AMB), destacou que os pacientes são os grandes beneficiários das pesquisas clínicas de medicamentos.