Nanopartícula combina estratégias para acelerar a cicatrização de feridas
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram uma nanopartícula capaz de agir sobre diferentes fatores que impedem a cicatrização de feridas crônicas, como é o caso das úlceras associadas ao diabetes e das escaras comuns em pessoas acamadas. Essas lesões, que podem persistir por meses ou até anos, afetam de 1% a 2% da população e representam um importante problema de saúde pública, pois aumentam o risco de infecções e de amputações, além de comprometerem significativamente





Pesquisa da Unicamp avaliou em ratos os efeitos da S-nitrosoglutationa. Resultados mostram que o composto preserva as células cardíacas durante a retomada da circulação, mas requer dosagem exata para não ser tóxico.
Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP identificaram que a exposição ao estresse durante a adolescência pode provocar alterações persistentes na atividade cerebral, diferentemente do que ocorre na vida adulta, quando os efeitos tendem a ser transitórios. O trabalho foi publicado em artigo na revista Cerebral Cortex, que investigou em ratos como o estresse afeta neurônios responsáveis pelos sinais de excitação e inibição no córtex pré-frontal medial, área ligada à tomada de decisão, controle
Pessoas com hipotireoidismo apresentam quadros mais frequentes e graves de apneia obstrutiva do sono (AOS) – distúrbio em que as vias respiratórias colapsam repetidamente durante a noite, interrompendo a respiração e causando pequenos despertares. A conclusão é de um estudo publicado em maio na revista Sleep. De acordo com os resultados, pacientes que fazem reposição hormonal para tratar a disfunção da tireoide