Estudo preliminar do Butantan indica que CoronaVac neutraliza as novas variantes do SARS-CoV-2
Um estudo preliminar realizado pelo Instituto Butantan sugere que a vacina CoronaVac pode neutralizar as variantes P.1. e P.2. do SARS-CoV-2. Além do relaxamento das medidas de distanciamento social nas festas de fim de ano e carnaval e o ritmo lento da vacinação, a variante brasileira (P.1.) – potencialmente mais transmissível – tem sido apontada por epidemiologistas como uma das causas da alta recente de casos e mortes por COVID-19.
“A questão das variantes preocupa a todos nós. Precisamos de muita atenção e avaliar se as vacinasproduzem anticorpos contra elas. Já sabíamos que a CoronaVac tinha eficácia comprovada contra as variantes do Reino





Na segunda-feira, dia 15 de março acontece a Abertura da Semana Municipal de Informação e Divulgação da Pesquisa Clínica e a primeira reunião do FOCEPTema: "A Importância da Participação da Sociedade na Pesquisa Clínica" - atividade gratuita
Pesquisadores brasileiros e norte-americanos identificaram uma proteína secretada pelo tecido adiposo marrom que é capaz de se comunicar com o fígado e, assim, favorecer a perda de peso, além de melhorar o controle da glicose e dos lipídios em circulação. O achado abre caminho para novos tratamentos contra doenças crônicas ligadas ao metabolismo corporal, como obesidade e diabetes tipo 2.
A eficácia dos biossensores utilizados em exames clínicos depende criticamente da superfície do dispositivo, na qual são imobilizadas as moléculas de biorreconhecimento. Tal superfície pode ser ajustada e às vezes controlada utilizando-se como matriz monocamadas moleculares auto-organizadas. Essas monocamadas são filmes compostos por moléculas orgânicas que se organizam espontaneamente, em condições adequadas, sobre superfícies metálicas por meio de ligações químicas entre o átomo de enxofre e o metal.