Nova onda de COVID-19 em Manaus reacende debate sobre imunidade de rebanho
Em agosto de 2020, quando a cidade de Manaus (AM) registrava três meses de queda acentuada nos casos de COVID-19 mesmo com as escolas e o comércio reabertos, parte dos especialistas brasileiros levantou a hipótese de que o limiar da imunidade coletiva ao vírus SARS-CoV-2 teria sido alcançado na região – ainda que os inquéritos sorológicos apontassem uma soroprevalência inferior a 30% em todo o Norte do país.
A hipótese ganhou força no mês seguinte, em setembro, quando pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e colaboradores divulgaram um artigo, feito com amostras de bancos de sangue,




Microcavidades optomecânicas são estruturas extremamente pequenas, com dimensões inferiores a 10 micrômetros (o equivalente a um décimo da espessura de um fio de cabelo), que confinam luz e vibrações mecânicas em seu interior. O tamanho reduzido dessas estruturas, associado a eficientes técnicas de microfabricação, faz com que altíssimas intensidades de energia luminosa circulem dentro delas e interajam eficientemente com ondas mecânicas. Isso possibilita que as microcavidades sejam utilizadas como sensores de massa e
Pesquisadores das faculdades de Medicina (FMRP) e de Odontologia (FORP) da Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto, identificaram um dos fatores que tornaram mais infecciosa a nova variante do coronavírus SARS-CoV-2, a B.1.1.7, originária do Reino Unido e com dois casos confirmados no Brasil pelo Instituto Adolf Lutz. Por meio da aplicação de ferramentas de bioinformática, eles constataram que a proteína spike da nova cepa viral – que forma a estrutura de coroa que dá nome à família dos coronavírus – estabelece maior força de
O Laboratório do Estudo da Dor e Funcionalidade no Envelhecimento, do Departamento de Gerontologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), está convidando voluntários para estudo relacionado à dor lombar crônica inespecífica em adultos e idosos.