Estudo pode ajudar a desenvolver biossensores para diagnóstico não invasivo de doenças
A eficácia dos biossensores utilizados em exames clínicos depende criticamente da superfície do dispositivo, na qual são imobilizadas as moléculas de biorreconhecimento. Tal superfície pode ser ajustada e às vezes controlada utilizando-se como matriz monocamadas moleculares auto-organizadas. Essas monocamadas são filmes compostos por moléculas orgânicas que se organizam espontaneamente, em condições adequadas, sobre superfícies metálicas por meio de ligações químicas entre o átomo de enxofre e o metal.




Primeira doença viral transmitida por mosquitos a ter uma vacina licenciada, a febre amarela há séculos tem sido precursora no entendimento de como surgem e devem ser combatidas as epidemias.
Enquanto o mundo luta contra a pandemia de COVID-19, um conjunto de 20 doenças conhecidas há muitos anos, mas ainda sem tratamentos eficazes ou vacinas, mata até 500 mil pessoas por ano, a imensa maioria pobres. O combate às chamadas doenças tropicais negligenciadas (DTNs), que afetam uma em cada cinco pessoas, ganhou um novo plano de ação da Organização Mundial da Saúde (OMS), com metas para serem cumpridas até 2030. Além disso, como forma de engajar o público na causa, mais de 300 organizações celebraram, em 30 de janeiro,
Entre as diversas vacinas contra a COVID-19 já aprovadas no mundo, qual é a melhor? Para especialistas que participaram de um webinar sobre o tema promovido pela FAPESP, não é possível responder a essa pergunta no momento. Como os imunizantes foram desenvolvidos por técnicas diferentes e testados em condições distintas, os resultados dos ensaios clínicos de fase 3 já concluídos simplesmente não são comparáveis.