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Solução computacional identifica automaticamente alterações em mamografias
Uma empresa paulista desenvolveu um método computacional inovador que está tornando mais rápida, simples e precisa a atuação dos radiologistas na hora de analisar exames de mamografia e localizar alterações suspeitas. Utilizando recursos de inteligência artificial, como aprendizado de máquina e modelos neurais, a Harpia Health Solutions desenvolveu a plataforma Delfos, que, após a realização da mamografia, identifica e classifica automaticamente anomalias e lesões no tecido mamário, facilitando o processo de triagem feito pelo radiologista.
Sediada no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP), a empresa teve apoio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) para o desenvolvimento da solução.


A Conep publicou o Ofício Circular 16/2022, referente à Tramitação de Protocolos de Pesquisa relativos ao SARS-CoV-2 (Covid-19), revogando a Portaria GM/MS n.º 188, de 3 de fevereiro de 2020.
O dia 6 de julho marca um importante acontecimento para a saúde global. Nesta data, em 1885, o cientista francês Louis Pasteur ministrou a primeira vacina antirrábica, descoberta que à época salvou a vida de um menino de nove anos e, desde então, a de milhares de pessoas ao redor do planeta. Em homenagem a esse episódio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu a data como o Dia Mundial das Zoonoses, ocasião cujo objetivo é reforçar as principais medidas de prevenção a doenças infecciosas que são transmitidas por meio de animais aos seres humanos.
Entre as muitas descobertas resultantes do Projeto Genoma Humano, concluído em 2003, está o fato de que grande parte dos genes humanos não gera RNAs que codificam proteínas – na verdade, apenas cerca de 5% têm essa função. Trata-se de uma classe que ficou conhecida como DNA lixo e que, durante as duas últimas décadas, foi deixada de lado quando o assunto é o tratamento de doenças como câncer. Se até agora os grandes alvos terapêuticos têm sido os RNAs mensageiros (que servem de molde para a síntese de proteínas), atualmente os pesquisadores chegam cada vez mais perto de descobrir que esses RNAs não codificadores podem, sim, ter funções importantes. É o caso de um estudo publicado recentemente na revista "Cellular