- Publicado em Notícias
- Seja o primeiro a comentar!
Proteína que detecta a luz pode ter papel na origem e na progressão do melanoma, sugere estudo
Encontrada em células da pele e da retina, a melanopsina (OPN4) é uma proteína que atua como um sensor de luz. Um novo estudo conduzido na Universidade de São Paulo (USP) sugere que a molécula também pode ter participação no desenvolvimento e na progressão do melanoma, o tipo mais agressivo de câncer de pele.
Por meio de experimentos com animais e com células geneticamente modificadas, pesquisadores do Laboratório de Fisiologia Comparativa da Pigmentação do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências (IB-USP) mostraram que a doença avança mais lentamente quando essa proteína não é funcional. Os resultados foram


Pesquisadores brasileiros criaram uma ferramenta computacional inovadora e ágil capaz de vincular e analisar diferentes bases de dados de saúde com milhões de informações. Chamada Tucuxi-BLAST, a plataforma codifica os diferentes registros contidos em um banco – por exemplo, o nome do indivíduo, o nome de sua mãe e a cidade natal – usando letras que representam os nucleotídeos de uma sequência de DNA (A, T, C ou G). Ao "transformar" a pessoa em um DNA, permite que informações de vários bancos sejam interligadas mesmo que contenham erros ou inconsistências.
A Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), em parceria com a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), alerta para a importância dos cuidados com a visão no "Dia Mundial da Saúde Ocular". A data, lembrada em 10 de julho, reforça que grande parte das doenças oculares tem cura ou tratamento, quando diagnosticadas precocemente.
Uma pesquisa com mais de 1.100 pacientes descobriu que a maioria – entre 60 e 85% – teria maior probabilidade de se inscrever em ensaios clínicos se os encargos de seu tempo e viagens fossem reduzidos, inclusive por meio de tecnologia remota e outras ferramentas para descentralizar a coleta de dados. Os pesquisadores entrevistaram pacientes que foram diagnosticados ou tratados de câncer nos últimos 7 anos. Sua disposição variou dependendo do tipo de descentralização: 60% disseram que seriam mais propensos a se inscrever se fossem oferecidos medicamentos de teste IV administrados pela equipe do estudo, enquanto 82% disseram que seriam mais propensos a se inscrever se fossem oferecidos wearables para reunir o teste dados. Adotar uma tecnologia mais remota pode aumentar as taxas de matrícula, escreveram pesquisadores no JAMA Network Open.