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Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial: os impactos da discriminação na infância e o papel da escola como agente conscientizador
Neste domingo (3), celebramos o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial. Mas, apesar da criação de leis afirmativas em combate a discriminação – como a Lei nº 1.390, que trata sobre penalidades às práticas de atos resultantes do preconceito de raça ou de cor –, assim como a elaboração das cotas raciais como forma de instrumento de equidade para o ingresso no ensino superior, a luta contra o preconceito ainda é necessária.


Um estudo investiga o uso de amido extraído da mandioca aliado a fungos amazônicos no tratamento do câncer de pele. Com apoio do Governo do Estado do Amazonas via Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), a pesquisa pretende criar curativos para liberação controlada de medicamentos que serão aplicados na pele e terão atividades anticâncer e cicatrizante. O projeto deve ser concluído no segundo semestre de 2023.
O mês de junho trouxe mais incertezas para a comunidade científica brasileira, que não sabe se poderá contar com os recursos que haviam sido garantidos para este ano. No dia 30 de maio, o governo publicou um decreto alterando sua programação orçamentária e financeira, bloqueando o repasse de R$ 8,239 bilhões para várias áreas – o orçamento aprovado no início do ano não é repassado aos ministérios de uma só vez, mas em etapas, ao longo do ano. A medida abarca apenas despesas discricionárias, restos a pagar e investimentos, ficando de fora as legalmente obrigatórias, como pagamento de pessoal. O objetivo é acomodar o orçamento federal ao teto de gastos previsto na Emenda Constitucional nº 95, aprovada em 2016 no governo de Michel Temer. Dados do relatório “Avaliação de receitas e despesas primárias” referente ao segundo bimestre indicaram que as despesas primárias do governo estavam R$ 6,945 bilhões acima do limite constitucional.
Este domingo (26) marca o Dia Nacional do Diabetes. A data, criada em parceria entre o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS), serve para conscientizar os brasileiros sobre a doença, que afeta cerca de 15,7 milhões de pessoas no país, segundo dados da Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês), divulgados no ano passado.