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ESG: uma sigla que pode mudar o setor de saúde de dentro para fora
Ações ambientais, sociais e de governança, quando efetivamente ligadas à estrutura das empresas, são capazes de promover acesso e serviços de qualidade – sem abalar resultados financeiros.
A rigor, os conceitos por trás do ESG (E de environment, ou meio ambiente; S de social e G de governança) que vêm protagonizando o discurso de executivos – inclusive os da área da saúde – não são inovadores. A ideia de sustentabilidade, discutida pelo mercado desde pelo menos a década de 1980, sobrepõe-se à de ESG em ampla medida. E a própria sigla foi usada pela primeira vez já em 2004, quando o então secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan, provocou líderes de instituições financeiras a medirem seus resultados e a nortearem seus passos para além do lucro.
Mas o espírito do mercado parece ter mudado principalmente quando Larry Fink


Pesquisador, sua responsabilidade é indelegável e indeclinável.
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