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Farmacovigilância de medicamentos GLP-1 enfrenta desafios diante de produtos manipulados e falsificados
A crescente utilização de medicamentos agonistas de GLP-1 para o tratamento do diabetes e da obesidade trouxe também novos desafios para a farmacovigilância no Brasil. Além dos medicamentos regularizados, encontram-se no mercado produtos manipulados, falsificados, contrabandeados ou adquiridos por canais sem procedência conhecida, o que dificulta a avaliação dos riscos associados ao seu uso.



A partir de 1º de setembro, os pedidos de inclusão de novas substâncias, funções, embalagens e formas físicas de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes deverão ser apresentados eletronicamente pelo Sistema Solicita, utilizando códigos específicos para cada tipo de demanda.
A FAPESP simplificou as normas para a submissão de propostas ao Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) para agilizar a jornada do empreendedor, desde o início da pesquisa até a inserção do produto ou processo no mercado. As novas regras entrarão em vigor no dia 15 de setembro.
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram uma nanopartícula capaz de agir sobre diferentes fatores que impedem a cicatrização de feridas crônicas, como é o caso das úlceras associadas ao diabetes e das escaras comuns em pessoas acamadas. Essas lesões, que podem persistir por meses ou até anos, afetam de 1% a 2% da população e representam um importante problema de saúde pública, pois aumentam o risco de infecções e de amputações, além de comprometerem significativamente