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Consulta Pública – Classificação de Risco e Tramitação de Protocolos e Emendas de Pesquisa com Seres Humanos no âmbito do Sinep

Notícias 29-10-2026 Lilian Russo

A Instância Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (Inaep) abre consulta pública para receber contribuições da sociedade sobre a proposta de resolução que regulamenta a classificação do risco das pesquisas com seres humanos e estabelece os procedimentos para a tramitação de protocolos e emendas...

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Consulta Pública – Procedimentos para Recursos Administrativos no âmbito do Sinep e da Inaep

Notícias 29-10-2026 Lilian Russo

A Instância Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (Inaep) abre consulta pública para receber contribuições sobre a proposta de resolução que estabelece os procedimentos para a apresentação, a admissibilidade, a instrução, a análise e o julgamento de recursos administrativos no âmb...

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ENCEP 2026!!!

Notícias 28-10-2026 Lilian Russo

ENCEP 2026!!!

O ENCEP 2026 será um espaço de diálogo, formação e troca de experiências sobre ética em pesquisa com seres humanos. O Encontro Nacional de Comitês de Ética em Pesquisa terá duas etapas: • 24 de novembro: oficinas e palestras on-line, com transmissão das palestras pelo canal da Inaep no YouTube.&bu...

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A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep) publicou duas consultas públicas

Notícias 28-10-2026 Lilian Russo

A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep) publicou duas consultas públicas

A experiência de quem atua na avaliação ética e de quem participa de pesquisas é fundamental para aperfeiçoar o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (Sinep).

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Webinar vai apresentar panorama epidemiológico dos surtos infecciosos no Brasil

Notícias 23-10-2026 Lilian Russo

Webinar vai apresentar panorama epidemiológico dos surtos infecciosos no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realiza na próxima segunda-feira (26/10), às 15h, um webinar para apresentar o panorama epidemiológico dos surtos infecciosos no Brasil.

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No Dia da Infância, conheça os principais direitos das crianças Destaque

24 de agosto O Dia da Infância, celebrado nesta quarta-feira (24), foi criado Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O objetivo foi promover reflexões sobre as condições de vida das crianças e defender o acesso aos devidos cuidados e a um desenvolvimento pleno.

De acordo com o relatório do Unicef de 2021, estima-se que, no Brasil, quase 1,1 milhão de crianças e adolescentes em idade escolar obrigatória estavam fora da escola em 2019, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). A maioria nas faixas etárias de 15 a 17 anos, idade em que todos deveriam estar cursando o Ensino Médio, e de 4 e 5 anos, que corresponde à pré-escola, segundo grupo etário da Educação Infantil.

Outra preocupação a ser lembrada neste dia é a situação nutricional das crianças no País.
Ainda conforme o Unicef, em outro estudo de dezembro de 2021, crianças com idade entre zero e seis anos, de famílias beneficiadas pelo programa Bolsa Família (atualmente substituído pelo Auxílio Brasil), estavam com o desenvolvimento em risco devido ao alto consumo de alimentos ultraprocessados e à insegurança alimentar.

A presidente da Comissão Especial de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente da OAB-CE, Julianne Melo, explica quais os principais direitos previsos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a importância deles para assegurar uma vida digna ainda desde a infância.

QUAL A IMPORTÂNCIA DOS DIREITOS DA CRIANÇA?
Em 13 de julho de 1990, foi sancionado o Estatuto da Criança e do Adolescente (lei nº 8.069/1990), fruto de uma intensa articulação da sociedade civil e na esteira do artigo 227 da Constituição Federal e da Convenção dos Direitos da Criança da ONU, a lei foi considerada uma das mais avançadas normas da América Latina e um marco paradigmático para garantia da prioridade absoluta e da proteção integral da infância no Brasil.

O ECA buscava sepultar a visão menorista e da situação irregular e reconhecer as crianças e adolescentes não mais como objetos de controle e repressão, mas como sujeitos de direito e pessoa em peculiar condição de desenvolvimento cuja voz e autonomia deve ser respeitada.

Apesar dos mais belos desejos normativos de vida desenhados no ECA, vivenciamos uma dura realidade no Brasil e no Ceará que nos aponta reflexões profundas sobre o modelo de sociedade que banalizou o fato de que: entre 1 de janeiro e 7 de julho de 2022, 203 adolescentes faleceram por violência letal (dados do Cada Vida Importa) e cerca de 358 crianças e adolescentes registraram-se como vítimas de violência sexual em 2022.

O Estado, família e sociedade, especialmente, após o difícil período pandêmico, em que a fragilidade socioeconômica das famílias, a evasão escolar, a orfandade por Covid-19, os índices de violência contra meninas e de homicídios contra adolescentes negros tem crescido, precisam se envolver numa grande corrente de mudanças sociopolíticas.

QUAIS OS PRINCIPAIS DIREITOS DA CRIANÇA ASSEGURADOS PELO ECA?
Direito à vida e integridade física e psíquica, à proteção integral, à educação, à saúde, à cultura, ao lazer, entre outros.

A norma insta ainda que nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

QUAIS OS DIREITOS DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA?
Considera-se primeira infância o período que abrange os primeiros 6 (seis) anos completos vida da criança. Compreendendo a peculiar condução de desenvolvimento desse período de vida, foi aprovado lei específica sobre o tema ampliando direitos.

Assim, o Marco Legal da Primeira Infância elencou áreas prioritárias para as políticas públicas para a primeira infância, tais como a saúde, a alimentação e a nutrição, a educação infantil, a convivência familiar e comunitária, a assistência social à família da criança, a cultura, o brincar e o lazer, o espaço e o meio ambiente, bem como a proteção contra toda forma de violência e de pressão consumista, a prevenção de acidentes e a adoção de medidas que evitem a exposição precoce à comunicação mercadológica.

Diário do Nordeste
Por Germano Ribeiro

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