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Consulta Pública – Classificação de Risco e Tramitação de Protocolos e Emendas de Pesquisa com Seres Humanos no âmbito do Sinep

Notícias 29-10-2026 Lilian Russo

A Instância Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (Inaep) abre consulta pública para receber contribuições da sociedade sobre a proposta de resolução que regulamenta a classificação do risco das pesquisas com seres humanos e estabelece os procedimentos para a tramitação de protocolos e emendas...

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Consulta Pública – Procedimentos para Recursos Administrativos no âmbito do Sinep e da Inaep

Notícias 29-10-2026 Lilian Russo

A Instância Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (Inaep) abre consulta pública para receber contribuições sobre a proposta de resolução que estabelece os procedimentos para a apresentação, a admissibilidade, a instrução, a análise e o julgamento de recursos administrativos no âmb...

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ENCEP 2026!!!

Notícias 28-10-2026 Lilian Russo

ENCEP 2026!!!

O ENCEP 2026 será um espaço de diálogo, formação e troca de experiências sobre ética em pesquisa com seres humanos. O Encontro Nacional de Comitês de Ética em Pesquisa terá duas etapas: • 24 de novembro: oficinas e palestras on-line, com transmissão das palestras pelo canal da Inaep no YouTube.&bu...

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A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep) publicou duas consultas públicas

Notícias 28-10-2026 Lilian Russo

A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep) publicou duas consultas públicas

A experiência de quem atua na avaliação ética e de quem participa de pesquisas é fundamental para aperfeiçoar o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (Sinep).

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Webinar vai apresentar panorama epidemiológico dos surtos infecciosos no Brasil

Notícias 23-10-2026 Lilian Russo

Webinar vai apresentar panorama epidemiológico dos surtos infecciosos no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realiza na próxima segunda-feira (26/10), às 15h, um webinar para apresentar o panorama epidemiológico dos surtos infecciosos no Brasil.

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Manipulação genética, aliada a cirurgia, reverte o pré-diabetes

moleculaUma pequena alteração química resultou em grande feito científico: a reversão de pré-diabetes em ratos. Por meio de intervenção genética e um procedimento cirúrgico, cientistas americanos desativaram a enzima dihydroceramide desaturase 1 (DES1) em roedores e, dessa forma, conseguiram reduzir a produção do lipídio ceramida. A diminuição da molécula impediu o aparecimento de sintomas da complicação metabólica em cobaias que haviam sido alimentadas com uma dieta gordurosa. Também eliminou a enfermidade em animais obesos. Os resultados foram apresentados na última edição da revista Science. Não é a primeira vez que o grupo observa como a

redução de ceramidas pode reverter os sinais de diabetes e doenças metabólicas, mas as técnicas usadas em experimentos anteriores causaram efeitos colaterais graves.

Por isso, a abordagem não se mostrou adequada para aplicações terapêuticas. Para fugir desse problema, no estudo atual, os cientistas desenvolveram um bisturi mais eficaz e resolveram testar se uma alteração mais sutil e precisa poderia gerar melhores resultados.

Para diminuir as ceramidas, bloqueou-se a etapa final de sua produção. A equipe usou camundongos geneticamente modificados para permitir que gene codificador da enzima DES1 pudesse ser desligado quando os cientistas quisessem. As cobaias seguiram uma dieta rica em gordura — foram alimentadas com massa de biscoito rica em açúcar, em uma quantidade seis vezes maior que uma dieta normal. Dessa forma, dobraram o peso corporal em três meses. Além de ficarem obesos, os animais apresentaram características de doença metabólica, como resistência à insulina e gordura acumulada no fígado.
Algumas semanas após a alteração de DES1 e a redução de ceramidas, os ratos permaneceram obesos, mas a saúde metabólica melhorou. A gordura foi eliminada do fígado e a resposta à insulina se equiparou à de animais magros e saudáveis. As cobaias permanecerem saudáveis durante dois meses, quando o experimento foi concluído. “O peso delas não mudou, mas a forma como lidaram com os nutrientes, sim. Os ratos eram gordos, mas eram felizes e saudáveis”, explica, em comunicado, Scott Summers, presidente de Nutrição e Fisiologia Integrativa da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, e um dos autores do estudo.
Novos desafios
Frederico Abreu, coordenador de Cardiologia do Grupo Santa Lúcia, em Brasília, e membro titular da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), acredita que a pesquisa mostra dados importantes, apesar de ser ainda muito inicial. “Esses dados podem abrir a possibilidade de tratar o diabetes caso o mesmo mecanismo seja observado em humanos. Porém, esse seria um desafio ainda maior, pois não sabemos como essa interferência poderia ser feita na prática. Se é possível fazer isso de uma forma segura”, observa.

Os planos são de, na próxima etapa da pesquisa, desenvolver drogas que inibam a DES1, com o objetivo de gerar novas intervenções terapêuticas. Dessa forma, poderá ser possível eliminar a intervenção cirúrgica, aposta a equipe.

Segundo o médico brasileiro, as alterações observadas nos animais fazem parte de uma cascata de fatores que estão interligados. “Quando você melhora a resistência à insulina, outros pontos melhoram. E isso contribui para reverter as características da doença metabólica e de enfermidades cardiovasculares”, explica.

Abreu ressalta também que novas maneiras do combater o diabetes e problemas cardíacos são extremamente bem-vindas. “A resistência à insulina é um dos problemas mais graves e incidentes na população mundial. Seria muito bom ter estratégias extras que pudessem ser usadas em conjunto com as atuais, como as mudanças de estilo de vida”, ressalta o médico.
Condição de alerta
É considerado um estado de risco aumentado para o aparecimento do diabetes tipo 2. Níveis elevados de glicose (açúcar no sangue), obesidade e forte história étnica ou familiar de diabetes são fatores que enquadram um indivíduo na condição de pré-diabético. É possível reverter o quadro. Mudança no estilo de vida, com alimentação adequada e prática regular de atividades físicas, reduzem o risco em cerca de 40%.

Fonte: Correio Brasiliense
Por Vilhena Soares
(foto: Joe Zhou/Reuters)

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