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OMS vai certificar insulina genérica para baratear produto
Com o objetivo de reduzir o preço da insulina em todo o mundo e aumentar o número de pessoas em tratamento contra a diabete. A Organização Mundial de Saúde (OMS) quer aprovar versões genéricas da droga para encorajar as farmacêuticas a entrarem no mercado. Nesta semana, a OMS lançou um programa-piloto para avaliar a insulina humana produzida por diversos fabricantes. A ideia é fazer uma pré-qualificação para testar e aprovar as novas versões genéricas. Hoje, apenas três empresas controlam a maior parte da produção mundial. Aumentando a competição, a expectativa é de que os preços caiam.
O advento da Internet trouxe uma série de benefícios, como o encurtamento de distâncias e o acesso a uma infinidade de informações que podem ser acessadas em questão de segundos. O mundo on-line também tem ajudado a área médica. Aplicativos e sites especializados auxiliam pacientes durante o tratamento e permitem aos médicos compartilhar informações, o que pode, por exemplo, ajudar em diagnósticos mais complexos. Uma pesquisa americana mostra as vantagens dessas facilidades, mas alerta sobre a necessidade de se ter extremo cuidado ao buscar esse tipo de auxílio nas redes virtuais.
O corpo ataca as células reprodutoras de insulina, o hormônio que controla a quantidade de glicose no sangue. O paciente se sente cansado, apertado, com sede e visão turva. Diagnóstico? Diabetes. É uma doença que, se não for tratada, pode trazer danos como falência de órgãos, de nervos e vasos sanguíneos — e até levar à morte.
Uma pesquisa da Unicamp testou a utilização do vírus da zika para tratamento do câncer de próstata. Segundo os cientistas, o vírus aplicado foi o inativo e as células tumorais tiveram uma inibição de crescimento de até 50%. Agora, o próximo passo é continuar os estudos em camundongos e humanos.