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Em estágios iniciais da COVID-19, febre pode ser grande aliada contra a doença, afirma estudo

termometroEm artigo publicado no Journal of the Royal Society of Medicine, o professor Alexandre Steiner, do Departamento de Imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), propõe que os médicos repensem a administração de antitérmicos nos estágios iniciais da COVID-19. De acordo com o pesquisador, a febre tem um importante papel não só no combate de infecções como no desenvolvimento da memória imunológica, que é criada após o primeiro contato com um agente infeccioso. O conhecimento sobre os benefícios da febre não é novo.

Anvisa registra novo medicamento para tratamento de AME

risdiplamPacientes com atrofia muscular espinhal (AME) contam com mais um medicamento para o tratamento da doença. O produto é o EVRYSDI® (risdiplam), registrado junto à Anvisa pela empresa Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. O registro do novo medicamento está na Resolução (RE) 4.079/2020, publicada no Diário Oficial da União (D.O.U.) de terça-feira (13/10).

Estudo comprova que novo coronavírus afeta o cérebro e detalha seus efeitos nas células nervosas

cerebrocoronaEstudo brasileiro divulgado ontem (13/10) na plataforma medRxiv comprova que o vírus SARS-CoV-2 é capaz de infectar células do tecido cerebral, tendo como principal alvo os astrócitos. Os resultados revelam ainda que mesmo os indivíduos que tiveram a forma leve da COVID-19 podem apresentar alterações significativas na estrutura do córtex – região do cérebro mais rica em neurônios e responsável por funções complexas como memória, atenção, consciência e linguagem.
A investigação foi conduzida por diversos grupos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)

Cientistas apontam procedimento anestésico que causa menos dor em cirurgias do olho

anestesia-ocular2Em cirurgias do globo ocular, o processo de anestesia pode causar sofrimento e dor no paciente. Afinal, visualizar uma agulha vindo em direção ao seu olho não é nada confortável. Em cirurgias em que há remoção e substituição do vítreo, fluido gelatinoso do globo ocular (vitrectomia), há duas técnicas normalmente aplicadas: a peribulbar e a subtenoniana. Mas qual delas poderia proporcionar menores índices de sofrimento ao paciente? A busca por uma resposta levou cientistas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP a avaliarem em pesquisa as duas técnicas de anestesia.“Trata-se do primeiro estudo