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Cientistas identificam molécula que inibe proteína ligada ao crescimento do câncer
Cientistas do Brasil e da Alemanha deram um passo importante na busca de um composto que pode dar origem a um novo tratamento contra o câncer. A molécula estudada pelo grupo é um potente inibidor da proteína MPS1, envolvida no crescimento de tumores sólidos. Os resultados da pesquisa foram publicados ontem (15/02) no Journal of Medicinal Chemistry.
O trabalho vem sendo conduzido no Centro de Química Medicinal (CQMED) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com apoio da FAPESP. Os próximos passos envolvem o aprimoramento da molécula e a realização de testes em animais de laboratório e em células tumorais humanas.
O alvo do investigação – a MPS1
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As vacinas que tomamos ativaram nossa imunidade celular e continuam protegendo a maioria de doença grave, ainda que a proteção contra infecção tenha caído. Com a explosão de casos de covid pela variante ômicron, temos ouvido isso repetido quase como um mantra. Sem minimizar as mortes que ainda ocorrem, os números confirmam que os especialistas a recitá-los estão corretos. Mas o que isso quer dizer exatamente? Que imunidade é essa que deixa o vírus entrar, mas sem nos afetar como antes? O que a terceira dose tem a ver com tudo isso – e até quando podemos contar com ela?
Sutis alterações em como as palavras se encadeiam na fala, associadas à esquizofrenia desde sua origem, quando outras pistas ainda estão ocultas, podem levar a uma identificação precoce da doença por meio de um sistema automático de análise. Trata-se do SpeechGraph, em desenvolvimento desde 2013 por pesquisadores do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (ICe-UFRN), tendo à frente os neurocientistas Sidarta Ribeiro e Natalia Mota, e o físico Mauro Copelli, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A ferramenta reconhece alterações típicas da psicose na forma do pensamento, que envolve episódios de delírio, alucinação e fala desconexa, e integra o quadro típico da esquizofrenia e outras doenças psiquiátricas. O resultado permitiria distinguir entre o discurso de pessoas saudáveis, com esquizofrenia ou transtorno bipolar com uma precisão que pode ultrapassar 90%.