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Aprovado novo medicamento para doença rara

A Anvisa aprovou o registro do medicamento novo Vyndaqel® (tafamidis meglumina), que é indicado para o tratamento de amiloidose associada à transtirretina, uma doença rara que acomete pacientes adultos com polineuropatia sintomática, em estágio inicial ou intermediário para atrasar o comprometimento neurológico periférico.

A amiloidose é uma doença rara, gravemente debilitante e potencialmente fatal, induzida pelo acúmulo de uma proteína fibrilar insolúvel (amiloide) dentro dos tecidos em quantidade suficiente para comprometer a função normal.

Teste rápido da Fiocruz para diagnosticar zika é aprovado pela Anvisa

Um ano após o anúncio da emergência pelo vírus da zika, um teste rápido capaz de diagnosticar a zika em qualquer ambulatório acaba de ser liberado para produção pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). 

O kit diagnóstico identifica o vírus no sangue de quem tem ou já teve a doença em cerca de 20 minutos. O teste foi desenvolvido em uma parceria entre a Fiocruz Biomanguinhos e a empresa norte-americana Chembio, e pode estar disponível na rede pública em um mês, de acordo com Paulo Gadelha, presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Médicos apostam na imunoterapia contra o câncer no pulmão

O ano era 1891 e o cirurgião William B. Coley se viu diante de um caso aparentemente perdido. Seu paciente tinha um tumor ósseo inoperável e provavelmente teria morrido não fosse uma ideia brilhante que passou pela cabeça do chefe dos Serviços de Tumores do Hospital Memorial de Nova York. Havia muito pouco, Robert Koch provara a existência das bactérias, as relacionando a uma série de infecções. Com a compreensão de que o processo inflamatório nada mais era do que o organismo superativando seu sistema de defesa contra agentes externos, Coley imaginou que poderia estimular o corpo a destruir as células cancerosas. Ele injetou estreptococos no paciente, e o resultado foi o encolhimento do tumor.

Pesquisadores procuram gene que `ajuda` vírus

Resultados preliminares de um estudo da Universidade de São Paulo (USP) feito com bebês com microcefalia reforçam a hipótese de que podem existir genes que predispõem ou protegem o feto de desenvolver ou não a má-formação no caso de uma possível contaminação da mãe pelo vírus zika.

Desenvolvida pelo grupo da cientista Mayana Zatz, diretora do Centro de Pesquisas do Genoma Humano e Célulastronco da USP e professora de genética do Instituto de Biociências da universidade,a pesquisa vem monitorando casos de gêmeos em que pelo menos uma das crianças tenha nascido com a microcefalia causada pelo zika.