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Cientistas produzem primeiras imagens coloridas em microscópio eletrônico

microscopioOs microscópios eletrônicos são os equipamentos disponíveis mais potentes para se observar o minúsculo mundo composto de células e moléculas. Os mais avançados conseguem aumentar uma imagem em até 10 milhões de vezes. Porém, até recentemente, apenas imagens monocromáticas eram geradas. Foram necessários 15 anos de trabalho para que pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD), nos Estados Unidos, desenvolvessem um método para que esses aparelhos passassem a produzir imagens coloridas.

Droga impede formação de proteína do Alzheimer

Uma droga experimental se mostrou capaz de impedir a formação de uma proteína tóxica no cérebro humano, minimizando significativamente uma das principais causas do mal de Alzheimer.
O sucesso inicial, com um grupo de 32 pacientes que sofrem da doença degenerativa,levou os cientistas a testá la em 2.000 pessoas. Se funcionar,a substância poderá chegar ao mercado.
Os resultados foram descritos na edição desta semanada revista “Science Translational Medicine” por uma equipe ligada ao Departamento de Neurociência da empresa farmacêutica Merck.

Estudo propõe novo protocolo para o tratamento de talassemia

O acúmulo de ferro nas células do coração, que pode resultar em insuficiência cardíaca ou arritmias fatais, é uma das complicações de saúde mais temidas por portadores de talassemia major – doença hereditária popularmente conhecida como anemia do mediterrâneo. 

Em artigo publicado na revista Blood, pesquisadores brasileiros demonstraram que o problema pode ser combatido com o uso diário de anlodipina – um medicamento barato, com poucos efeitos

Leucemias e mielodisplasias ganham genérico inédito

A Anvisa publicou nesta segunda-feira (31/10) o registro do medicamento genérico da azacitidina. O medicamento é utilizado no tratamento da síndrome mielodisplásica e leucemia. A aprovação do medicamento deve reduzir os custos do tratamento dessas doenças, pois de acordo com a Lei dos Genéricos, esses medicamentos devem entrar no mercado com um valor pelo menos 35% menor que o valor do produto de referência.