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Estudo revela papel essencial dos nervos simpáticos para saúde muscular

Estudos conduzidos na Universidade de São Paulo (USP) têm mostrado que, ao contrário do que se pensava, o papel do sistema nervoso simpático no tecido muscular vai muito além de controlar o fluxo sanguíneo por meio da contração ou relaxamento dos vasos.

Com o apoio da FAPESP e a colaboração de pesquisadores das Universidades de Mannheim e Heidelberg, na Alemanha, o grupo coordenado pela professora Isis do Carmo Kettelhut, do Departamento de Bioquímica e Imunologia, e pelo professor Luiz Carlos Carvalho Navegantes,

Ciência avança em pesquisas sobre anticoncepcional masculino

Sem hormônios, com poucos efeitos colaterais, de longo efeito e reversível: esse pode parecer o método anticoncepcional dos sonhos, e a ciência está próxima de torná-lo real. Para os homens. Um projeto desenvolvido nos Estados Unidos teve sucesso no experimento com animais. A solução, que pode substituir as cirurgias de vasectomia, poderá ser lançada comercialmente em breve.

Os testes realizados em macacos apresentaram resultados muito positivos, conforme mostra artigo publicado na revista especializada Basic and Clinical Andrology.

Anvisa mantém posição: medicamento genérico é seguro

A Anvisa foi novamente citada pelo Programa Fantástico, da rede Globo, na edição deste domingo (05/02), em matéria intitulada “Anvisa questiona teste dos remédios genéricos, mas comete imprecisões”. A reportagem discute pontos da nota emitida pela Agência em razão de matéria anterior, onde o Fantástico levantou dúvidas sobre a qualidade dos medicamentos genéricos comercializados no Brasil. Ao programa e, principalmente, ao consumidor, a Anvisa mantém seu posicionamento: os medicamentos genéricos a que os brasileiros têm acesso são seguros e os testes realizados pelo laboratório Cedafar, da UFMG, são insuficientes para atestar se um determinado medicamento tem ou não qualidade.

Laboratórios aguardam parcerias e ajuste de preços para retomar aportes

A indústria farmacêutica está em compasso de espera para retomar a agenda de investimentos no País este ano. Com a taxa de desemprego ainda elevada, o setor terá mais dificuldade para crescer em 2017.

"O setor é um dos últimos a entrar em crise, mas com as recentes altas na taxa de desemprego, que já está elevada, não sabemos se será possível repetir o crescimento do último ano", contou o presidente do presidente executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma), Nelson Mussolini.