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Janeiro Branco: o que fazer pela saúde mental agora e sempre? Campanha estimula valorização da saúde mental como prioridade coletiva
Todo início de ano é assim: a gente faz um monte de planos e promessas, que muitas vezes não são cumpridas. Mas uma coisa não pode ficar de lado: a saúde, tanto física, quanto mental. O começo do ano é época da Campanha Janeiro Branco, movimento brasileiro sobre Saúde Mental que há mais de uma década convida a sociedade a refletir, dialogar e agir em prol do bem-estar emocional.
A iniciativa foi criada em 2014 pelo psicólogo, palestrante e escritor mineiro Leonardo Abrahão. Hoje em dia a campanha é um marco no calendário brasileiro e, desde 2023, é reconhecida oficialmente como Lei Federal.
As duas principais formas de demência – a doença de Alzheimer e a demência vascular – não atingem brancos e negros no Brasil de maneira uniforme. Em ambos os grupos, o Alzheimer é a enfermidade que com mais frequência causa declínio cognitivo com o avanço da idade. Ele, no entanto, afeta uma proporção maior de brancos do que de negros. Já a demência vascular, o segundo tipo mais comum, atinge uma porcentagem maior de negros do que de brancos, segundo estudo liderado pela geriatra Claudia Suemoto, da Universidade de São Paulo
Instituída em 2009 pela Lei nº 11.930, a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea é comemorada no período de 14 a 21 de dezembro, anualmente.
O Ministério da Saúde lançou nesta segunda-feira (16), em Brasília, o Painel Saúde da População Negra. A plataforma - disponibilizada em totens durante o seminário Equidade Étnico-Racial nas Redes de Atenção à Saúde - conta com dados e indicadores sociodemográficos de morbidade e de mortalidade específicos para a população negra.