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Cuidados paliativos crescem no Brasil, mas distribuição ainda é desigual
O Brasil ampliou significativamente a oferta de cuidados paliativos nos últimos anos, mas ainda está longe de garantir acesso para todos que precisam desse tipo de assistência. Segundo a Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP), mais de 625 mil brasileiros necessitam de cuidados paliativos todos os anos, em um cenário impulsionado pelo envelhecimento da população e pelo aumento das doenças crônicas e progressivas. Dados do Atlas Brasileiro de Cuidados Paliativos 2025, da ANCP, mostram
Pesquisadores do Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (LIFFE) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP) investigam o uso complementar de fitas elásticas adesivas no abdome e tórax de pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) para aliviar sintomas como falta de ar e fadiga.
A crescente utilização de medicamentos agonistas de GLP-1 para o tratamento do diabetes e da obesidade trouxe também novos desafios para a farmacovigilância no Brasil. Além dos medicamentos regularizados, encontram-se no mercado produtos manipulados, falsificados, contrabandeados ou adquiridos por canais sem procedência conhecida, o que dificulta a avaliação dos riscos associados ao seu uso.
A partir de 1º de setembro, os pedidos de inclusão de novas substâncias, funções, embalagens e formas físicas de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes deverão ser apresentados eletronicamente pelo Sistema Solicita, utilizando códigos específicos para cada tipo de demanda.