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Cientistas criam adesivo que funciona como vacina contra a gripe

adesivoPoucas estratégias de saúde pública salvaram tantas vidas no mundo quanto a vacinação. Com a explosão de pandemias provocadas por novos vírus e patógenos reemergentes, os cientistas estão atrás de novas abordagens que permitam atingir um número maior de pessoas. Além de métodos mais baratos, buscam os de fácil acesso e indolores, que ampliariam, potencialmente, as imunizações. Uma dessas ferramentas é um adesivo de pele, semelhante ao band-aid, composto por 100 microagulhas que medem 650 micrômetros —1 micrômetro corresponde a 0,01mm — de altura.

Café Online discute ensaios clínicos de dispositivos médicos

dispositivosA Anvisa lança na próxima segunda-feira (3/7) um novo formato para discussão dos temas técnicos da Agência com seus usuários. O Café Online será no formato de webinar com transmissão via web e possibilidade de interação do público por meio de chat.

A primeira edição vai tratar da regulamentação para estudos pré-clínicos e clínicos com dispositivos médicos desenvolvidos no Brasil. O tema será apresentado pela Gerência-Geral de Tecnologia de Produtos para Saúde (GGTPS). As dúvidas poderão ser tiradas por meio de chat, durante o webinar.

A pergunta de quase cem anos sobre o mal de Parkinson que acaba de ser respondida

hand s words 1438401 Uma equipe científica diz ter encontrado a primeira evidência direta de que o mal de Parkinson pode ser "autoimune". Segundo cientistas, o sistema imunológico atacaria células do cérebro em pessoas que sofrem da doença.
Essa hipótese surgiu pela primeira vez há quase um século, mas até agora não havia informações suficientes para confirmá-la.
A descoberta foi publicada em detalhes na revista científica Nature e mostra que medicamentos indicados para o sistema imunológico podem ajudar a controlar a doença.

Vitamina D é capaz de ajudar a frear o câncer, mostra estudo

Remédios2Não faz nem um século que a vitamina D foi identificada pela primeira vez. Em 1936, o químico alemão Adolf Windaus conseguiu caracterizar sua forma ativa, a D3, e, logo depois, a medicina estabeleceu a associação da insuficiência da substância com o raquitismo. Por causa disso, durante muito tempo, o pré-hormônio só era lembrado quando se pensava na saúde dos ossos. Mas, há pelo menos três décadas, pesquisadores começaram a desconfiar de outro benefício em potencial: o combate à formação de tumores malignos.