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Caneta criada por química brasileira identifica cânceres sólidos

canetacancerUma ferramenta de diagnóstico do câncer idealizada por uma cientista brasileira reduz em 150 vezes o tempo necessário para diferenciar tecidos doentes dos saudáveis com quase 100% de precisão. O método, que em 10 segundos faz essa identificação, foi testado com sucesso em 253 amostras retiradas de pacientes e em animais vivos. De acordo com a química Livia S. Esberlin, principal investigadora do trabalho, publicado na capa da revista Science Translational Medicine, no ano que vem, serão realizados os estudos com humanos na sala de cirurgia, durante procedimento de remoção de tumor, assim como se fez, agora, com roedores.

Receptor de nicotina pode ser alvo para tratamento de inflamação pulmonar

pulmaoBasta um trago no cigarro e a nicotina inalada com a fumaça é absorvida pelo pulmão, entra na corrente sanguínea e quase instantaneamente ativa na superfície das células nervosas os chamados receptores nicotínicos de acetilcolina, causando a sensação de euforia seguida por relaxamento que a torna tão viciante. 
Já está comprovado que o hábito de fumar

Anvisa fará Consulta Pública sobre lenalidomida

lenalidomidaCidadãos, entidades sociais e representantes do setor regulado poderão contribuir com a construção da norma que regulamentará o uso da Lenalidomida no Brasil. A Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, nesta terça-feira (5/9), a realização de uma Consulta Pública sobre o tema. A proposta inicial da norma será publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias.

A lenalidomida é uma nova molécula que possui indicação - em combinação com

Cientistas usam vírus da zika para matar células de tumor cerebral

zicaO vírus da zika é capaz de matar células-tronco de glioblastoma, um tipo mortal de câncer no cérebro, de acordo com um novo estudo realizado por cientistas americanos. As células-tronco dos tumores são especialmente resistentes aos tratamentos convencionais contra o câncer.

De acordo com os autrores da pesquisa, publicada hoje na revista científica The Journal of Experimental Medicine, a descoberta abre caminho para que um dia o zika seja utilizado como um tratamento complementar para o glioblastoma.