Em estudo, droga para tratar malária protegeu fetos de camundongo contra vírus da zika
Desde que se descobriu que o súbito aumento de casos de microcefalia no Brasil - identificado no fim de 2015 - estava relacionado ao vírus da zika, cientistas têm buscado maneiras de proteger o feto da ação desse agente infeccioso. Agora, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Washington descobriram que a resposta a esse problema de saúde pública pode estar em um remédio que já existe e já está aprovado para o uso em gestantes: a hidroxicloroquina, utilizada contra malária e reumatismo.





A catapora é uma doença típica da infância que, na maioria dos casos, evolui de forma benigna e os sintomas desaparecem em até 10 dias. Seu agente causador, contudo, o vírus Varicella zoster, permanece para sempre no organismo. Em alguns casos, pode voltar a incomodar depois de anos, provocando uma nova doença conhecida como herpes-zóster.
O Albert Einstein, em São Paulo, é o primeiro hospital brasileiro a usar uma técnica inovadora em radioterapia para preparar pacientes para o transplante de medula óssea com menos efeitos colaterais: trata-se do Targeted Marrow Irradiation (TMI), procedimento desenvolvido pela equipe da University Hospitals of Cleveland, nos Estados Unidos, para “destruir” a medula óssea do paciente com uma irradiação mais focal, localizada, diminuindo o acesso da radiação a outros órgãos e tecidos sadios e, consequentemente, trazendo menos efeitos colaterais.
Micróglia é um tipo de célula do sistema nervoso central com função similar à dos glóbulos brancos na corrente sanguínea. As micróglias fazem a vigilância ativa do tecido cerebral e da medula.