Injeções para enxaqueca têm bons resultados em estudos
Uma nova classe de drogas contra enxaqueca mostrou resultados promissores em dois estudos publicados nesta quinta-feira (30) no 'The New England Journal of Medicine". Desenvolvidas na forma de injeção, elas são o primeiro tratamento produzido especificamente para a prevenção da condição que, quando crônica, pode ocorrer 15 vezes ao mês, com duração de horas a dias em alguns pacientes.
Hoje, médicos usam medicamentos "emprestados" de outras condições, como o uso de anticonvulsionantes (topiramato e divalproato).





Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, identificaram seis espécies de bactérias com potencial para serem usadas como biolarvicidas no combate ao mosquito Aedes aegypti – vetor de doenças como dengue, Zika, febre amarela e chikungunya.
Campanhas de saúde pública já alertam a população acerca dos riscos à saúde advindos da obesidade. Um dos mais citados é o desenvolvimento da resistência à insulina, quando o hormônio utilizado para metabolizar a glicose torna-se insuficiente.
Cientistas encontraram uma nova maneira de estimular o crescimento de vasos sanguíneos a partir daqueles já existentes no organismo. A estratégia foi publicada nesta quinta-feira (23) no periódico "Nature Communications".