Nova estratégia para tratar o tipo mais agressivo de câncer cerebral é testada na USP
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram uma estratégia para tratar o tipo mais agressivo de câncer cerebral em adultos que combina uma molécula fotoativa e um agente quimioterápico – ambos encapsulados em nanopartículas.
Resultados da pesquisa, apoiada pela FAPESP, foram apresentados no simpósio FAPESP Week France por Antônio Claudio Tedesco, do Centro de Nanotecnologia e Engenharia Tecidual e Fotoprocessos do Departamento de Química da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP-USP).





A dengue é uma das doenças que mais castigam o Brasil e outros países de clima tropical. Isso ocorre porque a transmissão, feita pelo mosquito Aedes aegypti, é extremamente difícil de ser controlada. Um grupo internacional de pesquisadores, incluindo brasileiros, trabalha usando esses vetores de transmissão como uma arma no enfrentamento à doença. Os cientistas infectam os insetos com Wolbachia, uma bactéria que impede que o vírus da enfermidade chegue a humanos. Depois, soltam os mosquitos em áreas de risco. Depois de sete anos de trabalho, a equipe constata reduções de até 96% nos números
A análise genética tem sido uma das ferramentas mais usadas em pesquisas médicas. A observação detalhada obtida por meio dessa tecnologia é uma grande aliada na busca por causas de enfermidades ainda não bem compreendidas. Graças a esse recurso, pesquisadores norte-americanos conseguiram identificar fatores moleculares envolvidos no Parkinson, um problema neuromotor que atinge a população idosa. Os dados, apresentados na última edição da revista Nature Communications, podem ajudar no desenvolvimento de novas terapias.
O mundo está mobilizado contra a resistência antimicrobiana, eleita pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das dez maiores ameaças à saúde pública global. Sem a tomada de ações, estima-se que até 2050 o problema causará, anualmente, a perda de 10 milhões de vidas em todo o mundo, além de um prejuízo econômico de 100 trilhões de dólares. Neste ano, a principal mobilização acontece de 18 a 24 de novembro, durante a Semana Mundial de Conscientização sobre Antimicrobianos. A ação conta com o apoio da Coalizão Internacional de Autoridades Reguladoras de Medicamentos