Priorização de análise e solicitações de medicamentos na Anvisa
Atualmente, existem milhares de doenças raras no mundo. No Brasil, a estimativa é de que 13 milhões de pessoas sejam diagnosticadas com elas. Essas doenças não têm cura e nem contam com um leque de opções terapêuticas. Daí a importância de agilizar a análise de pedidos de registro de medicamentos. Assim, em 2019, houve o registro de 19 produtos farmacêuticos para as doenças raras. Segundo a Anvisa, esse resultado equivale ao aumento de 90% em relação ao ano passado, quando foi aprovado o registro de apenas 10 medicamentos. Outro resultado positivo alcançado em 2019 foi a redução de prazos para a aprovação de pesquisas clínicas no Brasil.




A Anvisa publicou no Diário Oficial da União (D.O.U.) desta segunda-feira (23/12) o registro do Nubeqa (darolutamida), novo medicamento indicado para o tratamento de câncer de próstata não metastático resistente à castração (nonmetastatic castration-resistant prostate cancer – nmCRPC), um tipo raro de neoplasia. O registro foi concedido à empresa Bayer S.A.
Um dos tumores cerebrais mais agressivos e letais, o glioblastoma multiforme é um tumor raro e esporádico, mas é o mais comum entre os cânceres cerebrais. Em geral, o tratamento envolve cirurgia, seguida de radioterapia e quimioterapia. Por ser muito agressivo, o tratamento é complexo, e na maioria das vezes há recidiva, ou seja, ele volta a aparecer, o que torna difícil as chances de cura.
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, anunciou nesta terça-feira (3) um conjunto de medidas voltadas a pessoas com deficiência. Em evento que comemora o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, o ministério afirmou que pretende repassar R$ 70,1 milhões por ano para custear serviços nas áreas de ortopedia e saúde bucal por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).