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Desenvolvida em parceria com a USP máscara cirúrgica antiviral que permite uso por 12 horas
Um material desenvolvido pela empresa Golden Technology em parceria com o Instituto de Química (IQ) e o Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), ambos da USP, se mostrou capaz de inativar o coronavírus de forma prolongada em máscaras cirúrgicas. Resultado de um investimento de 2 milhões de reais, o produto foi testado no Laboratório de Virologia Clínica e Molecular do ICB, coordenado pelo pesquisador Edison Luiz Durigon, onde foi aprovado com 99,9% de eficácia na eliminação do vírus. Batizada de Phitta Mask, a nova máscara está em processo de aprovação na Anvisa e já está disponível no mercado ao custo de R$ 1,70





Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) será o primeiro centro de pesquisa da América do Sul a testar os efeitos terapêuticos da magnetoconvulsoterapia, nova técnica de tratamento para a depressão grave que já é estudada em instituições de Dallas e Nova York (Estados Unidos), Toronto (Canadá) e Freiburg (Alemanha). A magnetoconvulsoterapia usa campos eletromagnéticos e é destinada a pacientes que não apresentam uma resposta adequada ao tratamento com medicamentos e outras terapias, apresentando menos efeitos colaterais que o método tradicional, a eletroconvulsoterapia (ECT), feita com corrente elétrica. Os testes com o novo tratamento terão início em março de 2021.
Dois estudos realizados na Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, trazem novos horizontes para o uso de aparelhos de ultrassom. Comuns nos campos da gastroenterologia, cardiologia, obstetrícia e ginecologia, esses equipamentos, que emitem ondas ultrassônicas para diagnóstico em órgãos e tecidos no interior do corpo humano, poderão, aliados a fibras ópticas e nanopartículas de óxido de ferro, identificar e até destruir tumores cancerígenos por hipertermia.
De acordo com o Decreto nº 5.296/2.004 deficiência física é a alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções.