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Estudo sugere que o SARS-CoV-2 é capaz de infectar e matar linfócitos
Experimentos conduzidos na Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto indicam que o novo coronavírus é capaz de infectar e levar à morte diferentes tipos de linfócitos – células-chave na defesa do organismo contra patógenos. Não se sabe ainda se há queda na imunidade decorrente desse ataque e qual seria a sua duração, mas os pesquisadores não descartam a possibilidade de a infecção deixar algum tipo de sequela no sistema de defesa.


A Anvisa publicou, sexta-feira (11/9), dois guias de inspeção em Boas Práticas Clínicas (BPC) referentes a ensaios clínicos com medicamentos e produtos biológicos. O Guia nº 35 trata de inspeção em centros de ensaios clínicos e o Guia nº 36, de inspeção em patrocinadores e Organizações Representativas de Pesquisa Clínica (ORPCs).
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) apoiados pela FAPESP caracterizaram uma nova família de toxinas antibacterianas presente em bactérias, entre elas a Salmonella enterica. Nessa espécie, a proteína tóxica é usada para matar outras bactérias da microbiota intestinal e facilitar a colonização do intestino de hospedeiros infectados.
Uma mulher no Reino Unido, após participar dos testes da fase 3 da AZD1222, uma candidata a vacina contra o coronavírus causador da Covid-19, apresentou sinais associados a uma inflamação neurológica chamada de mielite transversa. Diante da possibilidade de essa reação ter sido causada pelo composto usado para deter a infecção pelo vírus Sars-CoV-2, a empresa farmacêutica AstraZeneca, responsável pelos ensaios clínicos, anunciou no dia 8 de setembro a interrupção temporária dos testes de eficácia da vacina,