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Vacinas são um sucesso, mas vírus ainda desafia nossa imunidade. Como vamos responder?
As vacinas que tomamos ativaram nossa imunidade celular e continuam protegendo a maioria de doença grave, ainda que a proteção contra infecção tenha caído. Com a explosão de casos de covid pela variante ômicron, temos ouvido isso repetido quase como um mantra. Sem minimizar as mortes que ainda ocorrem, os números confirmam que os especialistas a recitá-los estão corretos. Mas o que isso quer dizer exatamente? Que imunidade é essa que deixa o vírus entrar, mas sem nos afetar como antes? O que a terceira dose tem a ver com tudo isso – e até quando podemos contar com ela?
Se as perguntas são muitas, é porque o assunto imunidade é mesmo um pouco confuso. Mas o


Sutis alterações em como as palavras se encadeiam na fala, associadas à esquizofrenia desde sua origem, quando outras pistas ainda estão ocultas, podem levar a uma identificação precoce da doença por meio de um sistema automático de análise. Trata-se do SpeechGraph, em desenvolvimento desde 2013 por pesquisadores do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (ICe-UFRN), tendo à frente os neurocientistas Sidarta Ribeiro e Natalia Mota, e o físico Mauro Copelli, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A ferramenta reconhece alterações típicas da psicose na forma do pensamento, que envolve episódios de delírio, alucinação e fala desconexa, e integra o quadro típico da esquizofrenia e outras doenças psiquiátricas. O resultado permitiria distinguir entre o discurso de pessoas saudáveis, com esquizofrenia ou transtorno bipolar com uma precisão que pode ultrapassar 90%.
Enquanto gotas de um medicamento levitam no ar por ação de ondas ultrassônicas, pesquisadores conseguem, com o auxílio de um potente feixe de luz síncrotron, avaliar em tempo real a interação entre os átomos que constituem o remédio e, sobretudo, se cristais estão se formando – o que inviabilizaria a formulação ou a tornaria menos eficiente para o tratamento de uma doença.
Anvisa informa que já estão disponíveis três novos documentos que tratam de procedimentos operacionais harmonizados no Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) para a área de Sangue, Tecidos, Células e Órgãos (STCO). São eles: