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Estruturas envolvidas na comunicação entre fungos patogênicos podem ser alvo para novos tratamentos
Um grupo que envolve cientistas do Brasil e dos Estados Unidos desvendou como estruturas presentes nos fungos atuam na comunicação entre indivíduos de uma mesma espécie. A descoberta, detalhada em artigo publicado na revista mBio, possibilita o desenvolvimento de tratamentos mais eficazes contra infecções fúngicas.
“Havia uma hipótese de que as células de uma mesma espécie de fungo poderiam se comunicar por meio dessas estruturas, chamadas de vesículas extracelulares. Mostramos, com diferentes metodologias, que isso ocorre em três espécies”, conta Fausto Almeida, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São


Um grupo de pesquisadores das universidades Estadual de Campinas (Unicamp) e da Califórnia em San Diego (UCSD), nos Estados Unidos, desenvolveu uma técnica nova de cultivo em laboratório de organoides que mimetizam o córtex cerebral. Chamados de minicérebros, eles permitem simular e observar o surgimento de epilepsias de difícil tratamento comumente causadas por um tipo específico de lesão, a displasia cortical focal. Essa alteração tem como um de seus efeitos a geração de neurônios dismórficos, maiores e com mais conexões do que o normal, que disparam sinais elétricos de forma desordenada e levam a crises convulsivas frequentes.
Cientistas do Brasil e da Alemanha deram um passo importante na busca de um composto que pode dar origem a um novo tratamento contra o câncer. A molécula estudada pelo grupo é um potente inibidor da proteína MPS1, envolvida no crescimento de tumores sólidos. Os resultados da pesquisa foram publicados ontem (15/02) no Journal of Medicinal Chemistry.
A primeira reunião do FOCEP de 2022 será concomitante à Abertura da "Semana Municipal de Informação e Divulgação da Pesquisa Clínica”