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Brasil precisa expandir seu potencial para a pesquisa clínica
O desenvolvimento das vacinas contra a Covid-19 em ritmo acelerado foi um sinal da capacidade que empresas, academia e governos estrangeiros tiveram para direcionar esforços para a pesquisa clínica.
A importância disso se vê, por exemplo, na economia: o setor de saúde é um ponto de sustentação relevante para o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. Um dado divulgado recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Conta-Satélite de Saúde (referente a 2019), mostra isso: as despesas com consumo final de bens e serviços de saúde representaram 9,6% de tudo que movimentou a economia brasileira naquele ano. Em valores, isso chega a R$ 711,4 bilhões.


O Dia Mundial de Doação de Leite Humano, celebrado nesta quinta-feira (19), é uma iniciativa para a proteção e promoção do aleitamento materno. A data também chama a atenção da sociedade para a importância da doação de leite para os Bancos de Leite Humano (BLH).
O Dia Nacional de Combate à Cefaleia, comemorado hoje (19 de maio), foi criado pela Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBCe) para conscientizar a população sobre as fortes dores de cabeça.
Este vem sendo um período intenso para a ciência. A pandemia continua em curso e impactando a saúde da população. As vacinas, como nunca, têm tido uma atenção extrema por parte da mídia e, por feliz consequência, também dos brasileiros, que vêm buscando se informar mais a respeito do tema. Uma questão que surgiu nesse meio tempo é: se, em razão da pandemia, em todo o mundo estão sendo desenvolvidas e produzidas vacinas a toque de caixa, por que a ciência ainda não foi capaz de produzir uma vacina contra a AIDS? Sendo o HIV um vírus de alta preocupação há décadas, posso afirmar que não foi por falta de esforço.