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Análise de mutações genéticas leva à descoberta de novo alvo para o desenvolvimento de analgésicos
Pessoas que não sentem dor podem ser a chave para a descoberta de novas classes de medicamentos analgésicos. Com base nessa ideia, pesquisadores do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP) analisaram mutações genéticas em pacientes com insensibilidade congênita à dor com anidrose (Cipa) – uma doença genética rara – e identificaram proteínas modificadas que impedem a transmissão do impulso doloroso.
A partir dos dados obtidos, eles desenvolveram um peptídeo, denominado TAT-pQYP, que apresentou efeito analgésico em um modelo animal de dor inflamatória.


A Ebserh - Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - disponibilizou em seu site uma "Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde.
Estudo conduzido no Centro de Pesquisa em Processos Redox em Biomedicina (Redoxoma) ajuda a entender os danos causados pela radiação ultravioleta do tipo A (UVA) – o principal componente da luz solar – ao tipo mais abundante de célula da pele, o queratinócito.
A próxima reunião do FOCEP terá como tema: "Perspectiva da CONEP para o segundo semestre de 2022."