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Tempo de acesso gratuito a medicamento pós-pesquisas clínicas provoca polêmica entre especialistas
O Projeto de Lei 7082/17, de autoria da senadora Ana Amélia (PP-RS), que dispõe sobre princípios, diretrizes e regras para a condução de pesquisas clínicas em seres humanos por instituições públicas ou privadas, foi criticado duramente pelo médico Jorge Alves Venâncio, coordenador da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). O especialista participou, na última semana, em São Paulo, da Conferência Livre de Saúde, organizada pelo Mopaids (Movimento Paulistano de Luta Contra a Aids).


De todos os tumores de cérebro conhecidos, os associados à mutação IDH1 têm os melhores prognósticos. Pacientes de glioma com essa variante vivem, em média, 6,6 anos após o diagnóstico, contra a sobrevida de 18 meses relacionada a outros subtipos da doença. Esse tempo poderia ser muito maior não fosse o fato de que, em 50% a 75% dos casos, o câncer volta mais agressivo, sem responder ao tratamento.
Quem nunca tomou uma água com açúcar para se acalmar? Essa crença popular já fez muita gente de fato ficar mais calma ao tomar o mais antigo placebo de que se tem notícia. A observação é da cirurgiã-dentista Lais Valencise Magri, funcionária da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (Forp) da USP e entusiasta do placebo que ela estuda, inclusive, em seu pós-doutorado.