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Estudo mostra que é necessário criar testes de leishmaniose mais eficazes
O tratamento da leishmaniose visceral, assim como o da maioria das enfermidades, é mais promissor quando ocorre o diagnóstico precoce do problema. Mas os testes usados para detectar essa doença podem ter a eficiência melhorada, defendem cientistas brasileiros. Os pesquisadores analisaram o desempenho de oito kits de diagnóstico, considerando amostras de 236 pacientes, e chegaram à conclusão de que é necessário o surgimento de opções mais eficazes.


Cientistas americanos identificaram um gene que esconde as células cancerígenas da imunoterapia. Em uma análise laboratorial, os investigadores observaram que o DUX4, presente nos tumores, pode impedir que o problema seja reconhecido e combatido pelo sistema imunológico. Os dados do estudo, publicado na revista Developmental Cell, podem contribuir para aprimorar terapias oncológicas.
A anestesia é um procedimento extremamente comum e necessário na área médica. Há o risco, porém, de uma complicação crítica: a anafilaxia. Trata-se de uma reação alérgica que ocorre minutos após a aplicação de medicamentos ou até horas depois. Caso se agrave, pode ser fatal. Em estudos laboratoriais, pesquisadores franceses identificaram mecanismos relacionados ao problema. As descobertas, publicadas na última edição da revista Science Translational Medicine, podem ajudar no desenvolvimento de novas medidas para garantir a segurança
Uma pequena alteração química resultou em grande feito científico: a reversão de pré-diabetes em ratos. Por meio de intervenção genética e um procedimento cirúrgico, cientistas americanos desativaram a enzima dihydroceramide desaturase 1 (DES1) em roedores e, dessa forma, conseguiram reduzir a produção do lipídio ceramida. A diminuição da molécula impediu o aparecimento de sintomas da complicação metabólica em cobaias que haviam sido alimentadas com uma dieta gordurosa. Também eliminou a enfermidade em animais obesos. Os resultados foram apresentados na última edição da revista Science. Não é a primeira vez que o grupo observa como a