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Prazos definidos. E, na prática, como lidar com os desafios logísticos?

Notícias 23-09-2026 Lilian Russo

Prazos definidos. E, na prática, como lidar com os desafios logísticos?

A implementação da Lei nº 14.874/2024 traz questões que vão além do texto legal e chegam à rotina dos profissionais e instituições envolvidos na pesquisa com seres humanos.

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3ª Reunião do FOCEP Brasil – 2026

Notícias 21-09-2026 Lilian Russo

3ª Reunião do FOCEP Brasil – 2026

No dia 28 de setembro, o FOCEP Brasil – Fórum Permanente dos Comitês de Ética e Profissionais em Pesquisa realiza sua terceira reunião do ano, com um tema diretamente relacionado aos desafios atuais da pesquisa com seres humanos no Brasil: Lei nº 14.874/2024: como superar desafios logísticos e garantir prazos

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FOCEP Brasil realiza 3ª Reunião de 2026 para debater desafios relacionados à Lei nº 14.874/2024

Notícias 17-09-2026 Lilian Russo

FOCEP Brasil realiza 3ª Reunião de 2026 para debater desafios relacionados à Lei nº 14.874/2024

O Fórum Permanente dos Comitês de Ética e Profissionais em Pesquisa (FOCEP Brasil) realizará, no dia 28 de setembro de 2026, das 10h às 13h, na Câmara Municipal de São Paulo, sua terceira reunião do ano. Com o tema “Lei nº 14.874/2024: como superar desafios logísticos e garantir prazos”, o encontro p...

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A cadeia alimentar das revistas predatórias

Notícias 15-09-2026 Lilian Russo

A cadeia alimentar das revistas predatórias

Na hora de submeter para publicação um artigo que fazia parte do seu mestrado, o engenheiro de computação Fábio Lobato foi atraído por um convite de um periódico científico de suposta relevância (era classificado como B4 pelo sistema Qualis). No final de 2017, seu trabalho foi publicado. Mas, depois de cerca de um an...

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Oftalmologistas alertam para uso de telas e a miopia em crianças

Notícias 14-09-2026 Lilian Russo

Oftalmologistas alertam para uso de telas e a miopia em crianças

No intuito de alertar famílias e profissionais de saúde sobre o avanço da miopia entre crianças e adolescentes, associando o problema ao uso excessivo de telas e à baixa exposição à luz natural, a Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) e o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) lançaram nes...

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Análise de DNA de fósseis traça história da malária e outras enfermidades

Hipócrates, no século 5 a.C., desvinculou doenças febris das superstições e passou a ligá-las à sazonalidade, um dos relatos mais antigos da existência da malária. Não se sabe ao certo quando o protozoário que desencadeia a doença entrou em contato com humanos. Estima-se, porém, que ele exista há 50.000 anos. Traçar essa história é um desafio aos cientistas, e um grupo de pesquisadores da Universidade McMaster, no Canadá, tenta vencê-lo por meio de uma técnica baseada na análise de DNA de fósseis. O instrumento também foi usado para decifrar o passado da varíola, detalhado, recentemente, na revista Current Biology.


Chamado RNA-bait, o método já é utilizado para capturar, no genoma, genes específicos que possam conter mutações. Em fósseis, identifica os patógenos causadores de epidemias e contribui para a comparação com a linhagem ou variantes atuantes, tendo potencial de ajudar no entendimento da origem e da evolução de micro-organismos que ameaçam os homens, incluindo o comportamento dos vetores e hospedeiros.

“A natureza da malária dificulta a detecção da doença em restos de esqueletos humanos antigos. Por isso, usamos uma técnica que captura apenas os genomas das espécies de malária, sem pegar o DNA de micro-organismos que não estamos procurando”, explica Hendrik Poinar, diretor do centro de pesquisas Ancient DNA da Universidade McMaster. O autor sênior do estudo diz que o procedimento terá novas aplicações. “Essa nova técnica pode ajudar a estudar infecções antigas do passado.”

A equipe analisou a presença do protozoário da malária em ossos humanos com mais de 2.000 anos, encontrados na península itálica, área que enfrentou grande incidência de epidemias na antiguidade. Foram selecionados o primeiro e o segundo molares de 58 fósseis em três cemitérios da região imperial da Itália — Isola Sacra, Velia e Vagnara. Detectou-se um dos quatro tipos de protozoário da malária, o Plasmodium falciparum. Esse parasita provoca febre recorrente, a cada 36 ou 48 horas, nas pessoas infectadas e pode desencadear a versão mais grave da doença, a malária cerebral, que provoca inflamações no encéfalo.

Fonte: Correio Braziliense
Por Marianna França - Estagiária sob a supervisão de Carmen Souza

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