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Farmacovigilância de medicamentos GLP-1 enfrenta desafios diante de produtos manipulados e falsificados

Notícias 26-08-2026 Lilian Russo

Farmacovigilância de medicamentos GLP-1 enfrenta desafios diante de produtos manipulados e falsificados

A crescente utilização de medicamentos agonistas de GLP-1 para o tratamento do diabetes e da obesidade trouxe também novos desafios para a farmacovigilância no Brasil. Além dos medicamentos regularizados, encontram-se no mercado produtos manipulados, falsificados, contrabandeados ou adquiridos por canais sem procedência conhecida, o que d...

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Anvisa padroniza solicitações na área de cosméticos

Notícias 24-08-2026 Lilian Russo

Anvisa padroniza solicitações na área de cosméticos

A partir de 1º de setembro, os pedidos de inclusão de novas substâncias, funções, embalagens e formas físicas de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes deverão ser apresentados eletronicamente pelo Sistema Solicita, utilizando códigos específicos para cada tipo de demanda.

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Uso de medicamento oferecido no SUS reduz casos de malária no Brasil

Notícias 18-08-2026 Lilian Russo

Uso de medicamento oferecido no SUS reduz casos de malária no Brasil

O Brasil registrou queda de 30% nas mortes por malária em 2025. Os óbitos passaram de 56 em 2024 para 39 no ano passado. Além disso, os casos da forma mais grave da doença caíram 30,7%.Os 118.037 registros da doença contraídos no território nacional no mesmo período representam um recuo de 15% em relaçã...

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Vacinas em uso no Brasil NÃO são experimentais

Notícias 17-08-2026 Lilian Russo

Vacinas em uso no Brasil NÃO são experimentais

Em meio ao alerta contra o sarampo emitido pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), surgem novamente informações falsas contra a vacinação. É importante deixar claro que NÃO existe dúvida sobre a importância da vacinação para a proteção das pessoas contra doença...

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Sobre revogações de resoluções e medidas preventivas para plataformas digitais

Notícias 10-08-2026 Lilian Russo

Sobre revogações de resoluções e medidas preventivas para plataformas digitais

Sobre as Resoluções da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicadas nesta segunda-feira (10/8), informamos que as revogações de resoluções e medidas preventivas que proibiam a comercialização e a propaganda de medicamentos nas plataformas iFood, Rappi, Mercado Livre, Submarino e Americana...

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Vacina contra rinite é usada há décadas; novo estudo analisa sua eficácia

Um estudo da Faculdade de Medicina de Jundiaí confirmou que as vacinas contra a rinite alérgica podem reduzir em até 80% os sintomas da doença, que é uma inflamação crônica na mucosa que reveste o nariz. O tratamento, que existe ao menos desde a década de 1990, geralmente é feito ao longo de mais de um ano e não está disponível no SUS (Sistema Único de Saúde).

Para medir a eficácia, o pesquisador Edmir Américo Lourenço, professor de otorrinolaringologia da faculdade, analisou dados de 281 pacientes tratados com 30 doses da vacina, tomadas ao longo de 14 meses. Verificou-se depois a evolução dos sintomas num período de dez anos. "Constatou-se um índice de melhora total em torno de 79%, analisando quatro sintomas: coceira, espirros, secreção e entupimento do nariz."

A pesquisa foi publicada na revista brasileira editada em língua inglesa "International Archives of Otorhinolaryngology". Segundo Milton Orel, otorrinolaringologista especialista em rinite, a pesquisa não é uma novidade. Os resultados confirmam o que já foi provado em diversas pesquisas anteriores --em 1997, a OMS (Organização Mundial de Saúde) já tinha orientações sobre esse tratamento.

A qualidade da vacina para esse tipo de doença já foi testada por estudos anteriores. "Recentemente conseguimos montar uma vacina superespecífica para cada paciente. Quanto melhor a vacina, menores serão os efeitos colaterais", afirma Orel.

De acordo com a OMS, a duração do tratamento para manter a melhoria dos sintomas é desconhecida. Muitos estudos recomendam de 3 a 5 anos, mas a decisão de quando interromper o uso da vacina deve ser individualizada.

Como funciona
Orel explica que grande parte das rinites é causada por algum fator alérgico. Os mais comuns são os respiratórios, como ácaros da poeira, pelos de animais, fungos do ar e pólen. Também existem causas irritativas, como cigarro, perfume e produtos de limpeza. É possível ainda ter rinite por causas hormonais, emocionais e por reação a medicamentos.

Para a produção da vacina é feita uma pesquisa para detectar, na pele ou no sangue, quais fatores causam a alergia. "Você injeta pedacinhos daquilo que dá alergia na pessoa em doses que vão aumentando ao longo do tempo", afirma.

O custo do tratamento pode variar de acordo com o consultório, mas gira em torno de R$ 2 mil por ano.

Lourenço ressalta que a vacina só é recomendada em casos graves de rinite alérgica, quando a qualidade de vida do paciente está comprometida. Em geral, o uso de soro nasal e sprays com corticoides são suficientes para reduzir os sintomas da rinite.

"Recomendamos quando a qualidade do sono do paciente está muito ruim, afetando seu desempenho profissional e social. Quando ele tem alterações no humor porque acaba dormindo mal, quando tem ressecamento de garganta, pigarro e faringite frequentes."

Rinite não tem cura
"A rinite é uma doença crônica, assim como hipertensão e diabetes. Não tem nenhum tratamento que cure para sempre. É uma questão de controle dos sintomas", afirma Francisco Mazon, clínico geral e pneumatologista da USP (Universidade de São Paulo).

Para evitar as crises, Mazon recomenda que as pessoas retirem tapetes, carpetes e cortinas de casa, troquem cobertores por edredons e evitem bichos de pelúcia. "É importante também manter a casa arejada, sem pontos de mofo e umidade em excesso."

Por Lucas Rodrigues
Do UOL, em São Paulo

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