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Reunião do dia 20 de março

Notícias 20-03-2019 Lilian Russo

Reunião do dia 20 de março

Hoje, dia 20 de março, aconteceu mais uma reunião do Focep na Câmara Municipal de São Paulo. Foi apresentado um resumo das atividades da Semana de Divulgação e Informação da Pesquisa Clínica incluindo a exposição do Dr. Venâncio sobre futura norma de gradação de risco.

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Temas da reunião de amanhã, 20 de março

Notícias 19-03-2019 Lilian Russo

Temas da reunião de amanhã, 20 de março

Amanhã, quarta-feira,dia 20 de março, será nossa reunião do Focep, na Câmara Municipal de São Paulo. (Viaduto Jacareí, 100.) Os temas abordados serão:Resumo das atividades da Semana de Divulgação e Informação da Pesquisa Clínica incluindo a exposição do Dr. Venâncio so...

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Próxima reunião - 20 de março

Notícias 18-03-2019 Lilian Russo

Lembramos que a próxima reunião do FOCEP e do Programa Ação InterCeps será no dia 20 de março, quarta-feira, na Câmara Municipal de São Paulo. (Viaduto Jacareí, 100.) Esperamos por você! Horário: das 10h às 12h Evento gratuito e não há necessidade de fazer inscrição.

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XX Encontro Nacional de Profissionais em Pesquisa Clínica

Notícias 15-03-2019 Lilian Russo

Amanhã, dia 16 de março é o dia do nosso "XX Encontro Nacional de Profissionais em Pesquisa Clínica" Tema Central: “Pesquisa Clínica: de tudo o que mudou, o que mudou para o Brasil” ANVISA: Processos regulatórios da Pesquisa Clínica: pontos críticos, avanços e desafios futurosPesquisa Clínica co...

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Dia 13 de março -Pesquisa Clínica Veterinária

Notícias 13-03-2019 Lilian Russo

Dia 13 de março -Pesquisa Clínica Veterinária

Hoje, dando continuidade à Semana Municipal de Informação e Divulgação da Pesquisa Clínica, aconteceu o evento: "Pesquisa Clínica Veterinária", na Câmara Municipal de São Paulo.Contamos com a presença de:

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Nova lei pode abrir oportunidade para as empresas de logística de remédios

Exigências do novo Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM) criam novas oportunidades e incrementam o setor logístico. No entanto, a necessidade de investimentos em tecnologia e automação coloca operadoras de carga em uma corrida contra o tempo, para adaptarem-se às condições da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Da indústria ao consumidor, passando pelos distribuidores e operadores de logística, o SNCM deve estar implantado até o final de 2016. Contudo, ainda em outubro deste ano a expectativa é de que o projeto-piloto já deva estar pronto.

Com o SNCM, um conjunto de procedimentos para o rastreamento de medicamentos será obrigatório. Isso por meio de informações previamente registradas no sistema, que deve conter identificação exclusiva do produto, prestadores de serviço e usuários. Além disso, em cada etapa de produção, importação, distribuição, transporte, armazenagem, dispensação e outros movimentos previstos deve haver um registro, para que o sistema trace a rota e o histórico do medicamento.

A principal mudança para as empresas de logística será o controle unitário do remédio. Antes, a checagem era realizada por lote. Agora, cada unidade de medicamento deverá possuir um código bidimensional Datamatrix, que terá de conter o número de série, o registro, o lote e a data de validade. Ou seja, mesmo que a caixinha do insumo seja separada de seu lote, ainda será possível identificar para onde ela foi enviada.

O objetivo da lei é reduzir a quantidade de medicamentos falsificados, adulterados, desperdiçados por manuseio incorreto ou roubados. Remédio é um dos produtos mais visados por quadrilhas, segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística). "Com o controle tecnológico e eletrônico, não haverá a possibilidade do paciente receber o remédio incorreto, além de reduzir a possibilidade de contrabando", afirma o professor titular da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), Eduardo Mario Dias.

Ganho de produtividade

Segundo a Anvisa, no período de 2000 a 2006, cerca de 800 mil pessoas no mundo morreram por conta de falsificação, contrabando e roubos. No Brasil, o contrabando chega a representar uma perda de R$ 8 bilhões por ano e cerca de 20% dos medicamentos em circulação são falsos. A média mundial é 10%, de acordo com dados do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Para o especialista, mesmo que a implantação seja realizada por etapas, as empresas envolvidas devem estar reparadas para o projeto piloto. "Apenas desta forma conseguiremos checar as relações de toda a cadeia da indústria farmacêutica para ver se vai dar certo e qual o impacto em cada companhia do setor", analisa o professor.

Investimentos

"O maior foco da mudança está na indústria, mas as operadoras logísticas e distribuidoras também deverão se adaptar para proporcionar parte da informação, além de melhorar o processo de controle serial e o nível de separação de pedido. A produtividade e a profissionalização são necessárias", analisa a gerente de logística da operadora e transportadora Ativa, Elisa Pellinni. Para ela, o mercado pode passar por um momento de consolidação, onde empresas que não conseguirem se adaptar podem sumir. "Somos poucos, e quem ficar será mais valorizado", ressalta.

Para Elisa, as empresas que não atuavam com os sistemas automatizados devem sofrer intensamente o impacto. "Com o Datamatrix não será possível fazer leitura manual sem o equipamento de dados".

Entre os investimentos que a Ativa realizou estão horas de desenvolvimento para um novo sistema que suporte toda a informação, espaço de armazenagem de dados em nuvem, além da compra de escaners que leiam o código Datamatrix e coletores. "O investimento deve ficar em torno de R$ 300 mil e R$ 350 mil para o aporte em tecnologia e entre R$ 20 mil e R$ 30 mil nos equipamentos de leitura", afirma Elisa. Ela menciona também que o gasto em material é menor, porque no ano anterior (com a possibilidade da lei) já havia dobrado seu pedido de equipamentos de leitura.

Ainda segundo a executiva, o desafio está em cumprir o prazo para o projeto piloto. "Para esta fase, a indústria deve implementar o sistema em três lotes, mas para nós operadoras seria mais fácil ter a mudança de uma vez. Desta forma teremos que operar nos dois formatos".

Já o diretor da Prosperity Consulting, especializada em logística, Décio Tarallo, afirmou que na primeira etapa as transportadoras terceirizadas (que apenas realizam o translado e não armazenam) não devem se preocupar. Mas, as operadoras deverão participar do piloto para mostrar às clientes que conseguirão realizar o processo.

"A rastreabilidade está sendo realizada não apenas no Brasil, mas em outros países. Uma das maiores causas de óbito no mundo é a aplicação incorreta do medicamento. O consumidor é o foco da mudança, mais do que a segurança porque hoje temos sistema que controlam essa parte", conta. Questionado sobre a margem de lucro, o especialista acredita que deve reduzir um pouco. "O custo das operadoras será repassado para a indústria e consequentemente para o consumidor", diz.

Distribuidoras

O diretor executivo da Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan), Geraldo Monteiro, explica que para amenizar o impacto e tornar o processo mais viável, a entidade tem mantido contato com a Anvisa para repassar material técnico sobre o segmento. "Medidas assim sempre melhoram o processo, mas as políticas adotadas devem servir na prática."

Gestão em hospitais

Com a necessidade da rastreabilidade, as empresas de gestão de logística interna nos hospitais também serão requisitadas. Um exemplo é a RV Ímola, que além de oferecer o controle de fármacos dentro dos hospitais, também possui um galpão externo onde é possível guardar todos os insumos.

"Hoje em dia, muitos hospitais estão nos centros urbanos e é caro manter um armazém dentro do hospital", explica o vice-presidente comercial da empresa, Thiago Amaral.

Segundo ele, a companhia tira o volume de insumos e ainda coloca funcionários para fazer a gestão no controle do almoxarifado e nos estoques satélites (por andar) nos hospitais. "Fazemos também a separação unitária do medicamento, seguindo exatamente a prescrição médica", confirma Amaral.

Dentro do centro hospitalar, a separação é feita a cada seis horas e colocada de forma separada por paciente em dispensários, que para serem abertos precisam do registro por código do enfermeiro e do paciente.

Com a maior exigência da rastreabilidade para medicamentos, a empresa afirma que espera superar R$ 200 milhões no faturamento em 2016. Este ano, a previsão é de R$ 180 milhões. "Em pesquisas feitas com nossos clientes, percebemos um desperdício entre 20% e 30% dos fármacos", analisa.

Além disso, ao terceirizar o serviço é possível reduzir o número de funcionários para o controle de remédios de forma drástica. "O controle errado muitas vezes pode gerar perdas por questões simples de resolver, como a validade ou a compra em volume desnecessário".

Fonte: DCI
Autor: Vivian Ito

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