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Abertura da Semana Municipal de Divulgação e Informação da Pesquisa Clínica

Notícias 29-01-2026 Lilian Russo

Abertura da Semana Municipal de Divulgação e Informação da Pesquisa Clínica

 Participe do debate sobre o novo marco regulatório para a análise ética de estudos envolvendo seres humanos 16/03/2026 | ⏰ 10h Câmara Municipal de São Paulo SBPPC • Ministério da Saúde • Poder Legislativo

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Reunião - dia 16 de março

Notícias 21-01-2026 Lilian Russo

No dia 16 de março, o FOCEP realiza sua 1ª reunião do ano, com um tema central para a comunidade científica e os Comitês de Ética em Pesquisa: ???? Tema: Novo marco regulatório para a análise ética dos estudos envolvendo seres humanos O encontro será um espaço de debate, esclarecimento e reflexão...

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Reuniões Focep - 2026

Notícias 20-01-2026 Lilian Russo

Reuniões Focep - 2026

As reuniões do Focep em 2026 serão nas datas abaixo:16 de março – 1ª reunião – Tema: "Novo marco regulatório para a análise ética dos estudos envolvendo seres humanos” • 15 de junho – 2ª reunião • 14 de setembro – 3ª reunião • 7 de dezembro – 4&ord...

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Consulta pública vai mapear tempo de produção e entrega de medicamentos e insumos estratégicos para o SUS

Notícias 20-01-2026 Lilian Russo

Consulta pública vai mapear tempo de produção e entrega de medicamentos e insumos estratégicos para o SUS

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde avaliará cerca de 300 itens disponibilizados à população; ação visa aprimorar a governança, o planejamento e a tomada de decisão no âmbito da Assistência Farmacêutica

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Ebserh integra Seminário que celebra 35 anos da lei da participação da comunidade na gestão do SUS

Notícias 15-12-2025 Lilian Russo

Ebserh integra Seminário que celebra 35 anos da lei da participação da comunidade na gestão do SUS

A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) participou, nesta sexta-feira (12), do seminário promovido pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) para comemorar o aniversário de 35 anos da Lei nº 8.142/1990. A legislação trouxe a institucionalização da participação da comunidade na gestão do...

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Efeitos da fumaça na saúde preocupam especialistas

fumacaO excesso de fuligem e fumaça no ar, associado ao clima seco que atinge boa parte do país, tem causado mal-estar a muitas pessoas, em especial crianças e idosos. A situação é preocupante, diz a presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Margareth Dalcolmo.

“Nós, especialistas, estamos profundamente preocupados com o dano, muitas vezes agudo, [que a baixa qualidade do ar causa] ao aparelho respiratório. Estão causando rinites, asma, bronquite aguda e muita

alergia respiratória, comprometendo crianças e, sobretudo, idosos, grupos que são sempre os mais vulneráveis a esse dano”,

disse Margareth nesta segunda-feira (16) em entrevista à Rádio Nacional.

De acordo com a especialista, há certa dificuldade para fazer uma avaliação precisa sobre o nível de dano causado às pessoas, uma vez que é grande a variedade de substâncias danosas à saúde pairando no ar. “Não podemos, até o momento, definir se será um dano definitivo ou temporário, porque o que está circulando nessa poluição atmosférica – associado à extrema secura do ar, com falta de umidade e de chuva – contém muitas substâncias extremamente nocivas”, disse a pneumologista.

Ela explica que a fumaça liberada pelos incêndios contém misturas de gases tóxicos e de partículas muito finas que prejudicam os alvéolos pulmonares. “Elas também produzem monóxido de carbono, dióxido de enxofre, compostos orgânicos voláteis. Todos esses poluentes podem causar ou agravar doenças respiratórias. E, quando se agrava, para pessoas que são asmáticas ou com enfisema pulmonar, é um desastre.”

Só na cidade de São Paulo, lembra a médica, já foram registrados valores de substâncias poluentes maiores do que o encontrado na cidade de Cubatão, no interior do estado. “A Organização Mundial da Saúde recomenda não ultrapassar 45 microgramas, três a quatro dias por ano. Nós estamos ultrapassando 300 microgramas. É muito grave isso”, disse.

Cuidados
Margareth Dalcolmo afirma que não há muito o que fazer para se proteger, mas ressalta que algumas recomendações podem ser seguidas, como, por exemplo, ficar em casa o máximo possível; e ventilar, de maneira cuidadosa, a casa, sem deixar partículas da área externas entrarem nos ambientes. “E tem de [se] hidratar muito. É muito importante que as pessoas bebam o dobro do volume de água que costumam beber no dia”, acrescentou.

Diante da situação, o Ministério da Saúde pretende atualizar normas e recomendações à população, sobre cuidados que devem ser tomados para evitar que a má qualidade do ar prejudique ainda mais a saúde das pessoas. A SBPT, inclusive, foi convidada a participar da elaboração dessas medidas, em reunião prevista para amanhã (17), com autoridades ministeriais e especialistas.

A presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia diz que não tem dúvida de que o sistema de saúde sofrerá um grande impacto, devido à maior incidência de doenças respiratórias na população. “Na verdade, já está trazendo, comprometendo e limitando a capacidade de atendimento de nossas emergências, nossas clínicas da família.”

Perguntada sobre qual seria o momento de as pessoas buscarem a ajuda dos serviços de saúde, a pneumologista disse que isso deve ser feito quando se começa a sentir desconforto e falta de ar. “Se a pessoa já é portadora de uma condição respiratória, certamente tem sua medicação de rotina. Então, talvez, precise apenas usar uma dose maior da sua medicação de rotina”, afirmou.

“[A priori,] quem deve procurar a emergência são as pessoas mais idosas ou crianças que estejam no início do sofrimento respiratório, sentindo-se muito mal e que estejam em uma condição que não pode ser contornada em casa”, complementou.

Na opinião da médica, o uso de máscara é questionável, uma vez que os modelos ideais são mais caros e estão menos disponíveis. “As máscaras cirúrgicas ou de outros tecidos protegem muito pouco porque têm poucas horas de duração e não filtram os materiais particulares muito pequenos.”

Edição: Nádia Franco
Fonte: Agência Brasil

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