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Anvisa disponibiliza nova ferramenta para consulta de alertas sanitários

Notícias 07-07-2026 Lilian Russo

Anvisa disponibiliza nova ferramenta para consulta de alertas sanitários

A Anvisa disponibilizou uma nova funcionalidade para consulta de Alertas Sanitários, integrada ao seu portal de consultas. A ferramenta substitui o Sistec e oferece acesso mais ágil, intuitivo e abrangente às informações sobre o monitoramento e a segurança de produtos sujeitos à vigilância sanitária.

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Anvisa aprova nova indicação terapêutica para medicamento que trata câncer de mama

Notícias 07-07-2026 Lilian Russo

Anvisa aprova nova indicação terapêutica para medicamento que trata câncer de mama

Na segunda-feira (6/7), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma nova indicação terapêutica para o medicamento Enhertu® (trastuzumabe deruxtecana), já registrado no Brasil para câncer de mama. O medicamento passa a ser indicado para o tratamento auxiliar de pacientes adultos com câncer de mama...

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https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/cientistas-da-fiocruz-podem-produzir-vacina-completa-contra-malaria

Notícias 02-07-2026 Lilian Russo

https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/cientistas-da-fiocruz-podem-produzir-vacina-completa-contra-malaria

Cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deram passo importante para obter uma vacina mais completa contra a malária. Os pesquisadores identificaram um conjunto inédito de fragmentos de proteínas do parasita Plasmodium que podem viabilizar o desenvolvimento de um imunizante capaz de proteger contra diferentes espécies e atuar em v&...

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SUS volta a aplicar duas doses de reforço da vacina contra a pólio

Notícias 24-06-2026 Lilian Russo

SUS volta a aplicar duas doses de reforço da vacina contra a pólio

A partir de agosto, todas as crianças de 4 anos vão receber mais uma dose de reforço da vacina contra a poliomielite. Com isso, o Sistema Único de Saúde (SUS) volta a oferecer o esquema que era feito até 2024, mas agora exclusivamente com a vacina injetável.

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Anvisa promove capacitação em Boas Práticas de Fabricação de Cosméticos e Saneantes

Notícias 24-06-2026 Lilian Russo

Anvisa promove capacitação em Boas Práticas de Fabricação de Cosméticos e Saneantes

Com o objetivo de consolidar a cultura de Boas Práticas de Fabricação (BPF) e aproximar as normas regulatórias da realidade diária do setor de cosméticos e saneantes, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lança, no dia 25 de junho, das 9h às 13h, em seu Auditório principal, a capacit...

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'Há um grande esforço para fazer pesquisa clínica no Brasil Destaque

geral   greyce lousana  diretora executiva da sociedade brasileira de profissionais de pesquisa clinica   foto de abbvie brasil   divulgacao-8754388Uma das áreas mais afetadas pelos anunciados cortes orçamentários do governo federal, a pesquisa científica abrange desde novas tecnologias para aumentar a segurança em barragens até o desenvolvimento de medicamentos para combater epidemias. Este último segmento, o de pesquisa clínica, é responsável pela descoberta de vacinas e tratamentos. Para se obter resultados, são necessários anos de estudo, persistência e, claro, uma verba significativa. Diretora da empresa Invitare Pesquisa Clínica e presidente executiva

da Sociedade Brasileira de Profissionais em Pesquisa Clínica (SBPPC) - entidade sem fins lucrativos que fundou há 20 anos - a médica veterinária Greyce Lousana falou ao Jornal do Comércio sobre as condições de trabalho dos pesquisadores brasileiros.

Jornal do Comércio - Há incertezas em relação à manutenção de verbas para educação e produção científica. Qual é o impacto desses cortes na área de pesquisa clínica?
Greyce Lousana - A perda de recursos sempre causa impacto. Muitos projetos de ensaios clínicos são patrocinados por Fiocruz, Bio-Manguinhos, Butantã, institutos públicos. Um corte de verba vai prejudicar a condução de pesquisas dessas instituições, mas não só isso: em um país que vive questões complexas em seu contexto social, econômico e tributário, a incerteza pode levar a um menor número de investimentos privados também.

JC - Qual sua avaliação sobre o investimento em pesquisa clínica hoje no Brasil?
Greyce - Em pesquisa clínica especificamente, o investimento é pequeno. Em 2004, o Departamento de Ciência e Tecnologia (do Ministério da Saúde) fez um grande investimento em uma rede nacional de centros de pesquisa clínica. No entanto, se fizermos a comparação com outros países, ainda é incipiente. Você vai hoje para grandes universidades e não vê pesquisa clínica sendo feita por todo mundo, apenas alguns grupos que foram atrás, que batalharam. Há um grande esforço ainda para se fazer pesquisa, e não deveria ser assim. Eu vejo isso até como uma perda de recursos: se as instituições percebessem a importância de se conduzir ensaios clínicos, teriam, sem dúvida, um ganho muito grande.

JC - A senhora fundou a SBPPC em 1999. Nesses 20 anos, o que evoluiu na pesquisa clínica no Brasil? Qual o patamar do País hoje?
Greyce - Quando volto para 1990, quando ainda nem existia a SBPPC, vejo que o salto foi de 1.000%. Você pode comparar o que um pesquisador está fazendo aqui no Brasil, conduzindo um ensaio clínico multicêntrico internacional, com um de fora - nós fazemos tão bem quanto em qualquer lugar. Tenho certeza de que estamos em um patamar muito bom e equivalente ao que existe no resto do mundo.

JC - A senhora preconiza que toda pesquisa deve ser publicada, mesmo que o resultado final não seja bem-sucedido. Por quê?
Greyce - Hoje existem bancos de moléculas, de informações. Às vezes, a ideia é conduzir pesquisa com um produto para uma determinada indicação e, ao longo do trabalho, se descobre que, para aquela indicação, ele não é bom. Isso não quer dizer que a molécula não possa ser boa, só que para outras indicações. Um grande exemplo nesse sentido é o AZT (uma das primeiras drogas aprovadas para o tratamento de infecções pelo vírus HIV, causador da Aids), que, ao ser estudado inicialmente, imaginava-se que poderia ser importante para combater um determinado tipo de tumor. Não foi, mas a molécula continuou existindo, outros estudos foram feitos, e percebeu-se uma característica nela para retrovírus. Acabou sendo eficaz contra o HIV. Isso mostra a importância de você também publicar resultados negativos e seguir com o projeto.

Fonte - Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/geral/2019/06/689104-ha-um-grande-esforco-para-fazer-pesquisa-clinica-no-brasil.html)

Por Daniel Sanes
Foto ABBVIE BRASIL/DIVULGAÇÃO/JC

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