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Próxima reunião FOCEP - 25 de setembro

Agenda 09-09-2019 Lilian Russo

A próxima reunião do Focep será no dia 25 de setembro - CURSO INTERCEPs, na Sala Luiz Tenorio de Lima – sala C, das 9:30 às 12h. Esperamos por você!

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Fórum do dia 9 de setembro

Notícias 09-09-2019 Lilian Russo

Fórum do dia 9 de setembro

Agradecemos a todos que participaram do fórum de hoje, na Câmara Municipal de São Paulo presencial ou virtualmente. Nosso agradecimento especial às Dras. Caroline Valero e Fabiana Kakehasi da EBESERH que em muito abrilhantaram a nossa discussão.

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Lembrete - reunião dia 9 de setembro

Notícias 06-09-2019 Lilian Russo

Lembrete - reunião dia 9 de setembro

Lembramos a todos que na segunda-feira, 9 de setembro, temos um encontro marcado na Câmara Municipal de São Paulo – Sala Sérgio Vieira de Melo, das 9:30 às 12h

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REUNIÃO ORDINÁRIA FOCEP BRASIL

Notícias 26-08-2019 Lilian Russo

Tema: “A condução de pesquisa clínica na rede de hospitais públicos com gestão EBSERH” Em nome do FOCEP - Fórum Permanente de Comitês de Ética e Profissionais em Pesquisa – gostaríamos de convidá-lo e aos demais membros do CEP a participar da próxima reunião ordinária do...

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Amanhã - reunião Focep!

Notícias 20-08-2019 Lilian Russo

Amanhã, 21 de agosto é nosso encontro. Iremos discutir o tema que será apresentado pela Dra. Iara Guerriero: “Ética nas pesquisas em Ciências humanas e sociais e suas especificidades”. Esperamos por você! Sala Luiz Tenório de Lima - Câmara Municipal de São Paulo Horário: das 9:30 às 12h

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'Há um grande esforço para fazer pesquisa clínica no Brasil Destaque

geral   greyce lousana  diretora executiva da sociedade brasileira de profissionais de pesquisa clinica   foto de abbvie brasil   divulgacao-8754388Uma das áreas mais afetadas pelos anunciados cortes orçamentários do governo federal, a pesquisa científica abrange desde novas tecnologias para aumentar a segurança em barragens até o desenvolvimento de medicamentos para combater epidemias. Este último segmento, o de pesquisa clínica, é responsável pela descoberta de vacinas e tratamentos. Para se obter resultados, são necessários anos de estudo, persistência e, claro, uma verba significativa. Diretora da empresa Invitare Pesquisa Clínica e presidente executiva

da Sociedade Brasileira de Profissionais em Pesquisa Clínica (SBPPC) - entidade sem fins lucrativos que fundou há 20 anos - a médica veterinária Greyce Lousana falou ao Jornal do Comércio sobre as condições de trabalho dos pesquisadores brasileiros.

Jornal do Comércio - Há incertezas em relação à manutenção de verbas para educação e produção científica. Qual é o impacto desses cortes na área de pesquisa clínica?
Greyce Lousana - A perda de recursos sempre causa impacto. Muitos projetos de ensaios clínicos são patrocinados por Fiocruz, Bio-Manguinhos, Butantã, institutos públicos. Um corte de verba vai prejudicar a condução de pesquisas dessas instituições, mas não só isso: em um país que vive questões complexas em seu contexto social, econômico e tributário, a incerteza pode levar a um menor número de investimentos privados também.

JC - Qual sua avaliação sobre o investimento em pesquisa clínica hoje no Brasil?
Greyce - Em pesquisa clínica especificamente, o investimento é pequeno. Em 2004, o Departamento de Ciência e Tecnologia (do Ministério da Saúde) fez um grande investimento em uma rede nacional de centros de pesquisa clínica. No entanto, se fizermos a comparação com outros países, ainda é incipiente. Você vai hoje para grandes universidades e não vê pesquisa clínica sendo feita por todo mundo, apenas alguns grupos que foram atrás, que batalharam. Há um grande esforço ainda para se fazer pesquisa, e não deveria ser assim. Eu vejo isso até como uma perda de recursos: se as instituições percebessem a importância de se conduzir ensaios clínicos, teriam, sem dúvida, um ganho muito grande.

JC - A senhora fundou a SBPPC em 1999. Nesses 20 anos, o que evoluiu na pesquisa clínica no Brasil? Qual o patamar do País hoje?
Greyce - Quando volto para 1990, quando ainda nem existia a SBPPC, vejo que o salto foi de 1.000%. Você pode comparar o que um pesquisador está fazendo aqui no Brasil, conduzindo um ensaio clínico multicêntrico internacional, com um de fora - nós fazemos tão bem quanto em qualquer lugar. Tenho certeza de que estamos em um patamar muito bom e equivalente ao que existe no resto do mundo.

JC - A senhora preconiza que toda pesquisa deve ser publicada, mesmo que o resultado final não seja bem-sucedido. Por quê?
Greyce - Hoje existem bancos de moléculas, de informações. Às vezes, a ideia é conduzir pesquisa com um produto para uma determinada indicação e, ao longo do trabalho, se descobre que, para aquela indicação, ele não é bom. Isso não quer dizer que a molécula não possa ser boa, só que para outras indicações. Um grande exemplo nesse sentido é o AZT (uma das primeiras drogas aprovadas para o tratamento de infecções pelo vírus HIV, causador da Aids), que, ao ser estudado inicialmente, imaginava-se que poderia ser importante para combater um determinado tipo de tumor. Não foi, mas a molécula continuou existindo, outros estudos foram feitos, e percebeu-se uma característica nela para retrovírus. Acabou sendo eficaz contra o HIV. Isso mostra a importância de você também publicar resultados negativos e seguir com o projeto.

Fonte - Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/geral/2019/06/689104-ha-um-grande-esforco-para-fazer-pesquisa-clinica-no-brasil.html)

Por Daniel Sanes
Foto ABBVIE BRASIL/DIVULGAÇÃO/JC

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