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1º a 7/11 – Semana Nacional de Prevenção do Câncer Bucal 2026

Notícias 03-11-2026 Lilian Russo

1º a 7/11 – Semana Nacional de Prevenção do Câncer Bucal 2026

Celebrada anualmente no período de 1º a 7 de novembro, a Semana Nacional de Prevenção do Câncer Bucal foi instituída pela Lei nº 13.230/2015.

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Novembro e Novembrinho Azul – Mês de conscientização sobre a saúde do homem e de meninos de até 15 anos de idade

Notícias 03-11-2026 Lilian Russo

Novembro e Novembrinho Azul – Mês de conscientização sobre a saúde do homem e de meninos de até 15 anos de idade

Novembro Azul é uma campanha destinada a sensibilizar homens, gestores e profissionais de saúde sobre o autocuidado e cuidado integral da saúde, considerando os fatores socioculturais relacionados à masculinidade e ao adoecimento.

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Consulta Pública – Classificação de Risco e Tramitação de Protocolos e Emendas de Pesquisa com Seres Humanos no âmbito do Sinep

Notícias 29-10-2026 Lilian Russo

A Instância Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (Inaep) abre consulta pública para receber contribuições da sociedade sobre a proposta de resolução que regulamenta a classificação do risco das pesquisas com seres humanos e estabelece os procedimentos para a tramitação de protocolos e emendas...

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Consulta Pública – Procedimentos para Recursos Administrativos no âmbito do Sinep e da Inaep

Notícias 29-10-2026 Lilian Russo

A Instância Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (Inaep) abre consulta pública para receber contribuições sobre a proposta de resolução que estabelece os procedimentos para a apresentação, a admissibilidade, a instrução, a análise e o julgamento de recursos administrativos no âmb...

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ENCEP 2026!!!

Notícias 28-10-2026 Lilian Russo

ENCEP 2026!!!

O ENCEP 2026 será um espaço de diálogo, formação e troca de experiências sobre ética em pesquisa com seres humanos. O Encontro Nacional de Comitês de Ética em Pesquisa terá duas etapas: • 24 de novembro: oficinas e palestras on-line, com transmissão das palestras pelo canal da Inaep no YouTube.&bu...

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Pela 1ª vez, cientistas obtêm conjunto de informações genéticas sobre a ELA Destaque

cientistas1Há quase 200 anos, o anatomista escocês Charles Bell descreveu pela primeira vez uma doença que causava rigidez, espasmos e diminuição dos músculos, piorando rapidamente, até o paciente não conseguir mais falar, engolir ou respirar. No fim da década de 1930, esses sintomas atingiram o famoso jogador de beisebol Lou Gehrig, o que aumentou a atenção sobre a enfermidade que, muito tempo depois, acometeria o astrofísico Stephen Hawking.

Em dois séculos, houve pouca evolução no sentido da compreensão da chamada esclerose lateral amiotrófica (ELA). Um artigo publicado na revista Science, porém, conseguiu desvendar os mecanismos genéticos e celulares por trás da progressão da doença e poderá levar ao desenvolvimento de tratamento para um mal que afeta 450 mil pessoas em todo o mundo.

“Temos uma visão completamente nova da doença agora”, comemora Tarmo Aijo, pesquisador do Centro de Biologia Computacional do Instituto Flatiron, em Nova York, onde o estudo foi realizado. “A esperança é descobrir o que está causando a ELA e, no futuro, chegar a terapias”, diz. Esse distúrbio neurodegenerativo mata os neurônios do cérebro e da medula espinhal responsáveis pelo movimento voluntário dos músculos. A perda das células especializadas provoca fraqueza, paralisia e, por fim, a morte do paciente.

Embora a causa não seja conhecida, trabalhos anteriores apontaram o papel de fatores genéticos. Porém, até agora a tecnologia disponível limitava o entendimento de como a expressão dos genes — se eles estão ou não ativados — se altera ao longo da progressão da doença.

No novo estudo, os pesquisadores empregaram uma abordagem recentemente desenvolvida por Sanja Vickovic, cientista do Centro de Genoma de Nova York e do Instituto Broad da Universidade de Harvard. O método consiste em colocar finas amostras de tecido em lâminas de vidro, com cada uma delas coberta por 1.007 pequenos pontos. Eles são aproximadamente do tamanho de um ácaro e contêm moléculas que capturam o mRNA — o RNA mensageiro, ou moléculas que transmitem informações genéticas do DNA para o ribossomo e diretamente ligadas à expressão dos genes. O mRNA capturado é então copiado, e uma única sequência genética, ou um “código de barras” que corresponde a pontos específicos na lâmina, é codificada na cópia. Esses “códigos” permitem que os pesquisadores analisem todos os pontos de uma vez e ainda liguem cada molécula de mRNA ao seu local de origem

Amostras
Os cientistas usaram as lâminas para coletar mais de 76 mil medições de expressão gênica de 1,2 mil partes de tecidos da medula espinhal de camundongos. Além disso, realizaram mais de 60 mil medições de expressão gênica de 80 cortes de tecido medular post mortem doadas por pacientes humanos com ELA.

As amostras de camundongos incluíram indivíduos em vários estágios na progressão da doença, permitindo acompanhar a expressão gênica ao longo do tempo. Nas humanas, os pesquisadores compararam a expressão de genes coletados em cada extremidade da coluna. Os sintomas da ELA geralmente aparecem primeiro em uma parte do corpo, eventualmente se espalhando e causando paralisia generalizada. Ao estudar dois locais da medula espinhal de cada paciente, os cientistas foram capazes de visualizar os processos envolvidos na disseminação da patologia da doença.

Com dezenas de milhares de medições, a análise dos dados se mostrou desafiadora. Muitos pontos renderam pouca ou nenhuma informação genética, e não ficou claro como os pesquisadores conseguiram extrair informações interpretáveis da vasta quantidade de dados que geraram. Esses entraves despertaram o interesse de Aijo quando Silas Maniatis, do Centro de Genoma de Nova York, apresentou trabalhos preliminares sobre o estudo em um seminário organizado no Flatiron Institute.

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