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Pela primeira vez, Brasil participa de ensaio clínico de medicamento para ataxia de Friedreich
Uma luz no fim do túnel. É assim que a terapia à base de molécula de vatiquinona está sendo vista por pacientes com ataxia de Friedreich e seus familiares. E o Brasil está participando, pela primeira vez na história, de ensaios clínicos para estudo de um medicamento voltado para tratamento e cura dessa condição.
Estudo realizado in vitro elucidou como fungos e bactérias podem ativar genes relacionados a tumores de cabeça e pescoço. O trabalho mostrou que o metabolismo de biofilmes (comunidades onde bactérias e fungos se organizam de forma estruturada e coordenada) pode estimular essas células tumorais, favorecendo vias de sinalização celular relacionadas ao desenvolvimento do tumor e à resistência ao tratamento. Os resultados trazem informações inéditas sobre a relação entre biofilmes microbianos e o comportamento das células desses tipos de câncer.
Os desafios trazidos pela pandemia de COVID-19 têm estimulado inovações em várias frentes. Uma delas é o desenvolvimento de métodos de baixo custo para o diagnóstico clínico. Nesse campo, inserem-se os genossensores. Baseados em ácidos nucleicos que detectam fitas simples com sequências complementares de DNA ou RNA, os genossensores são biossensores que possibilitam testes em massa para detecção imediata e sensível de material genético.
A pandemia de COVID-19 impossibilitou, em muitos casos, a realização presencial de intervenções necessárias à manutenção da saúde e da qualidade de vida da população idosa. A dificuldade tem sido ainda maior para pessoas com distúrbios neurodegenerativos