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Enzimas antioxidantes podem ser alvo para novos fármacos antimicrobianos

enzimasMicrorganismos patogênicos – como bactérias, fungos e protozoários – contam com um arsenal de enzimas antioxidantes para combater o estresse oxidativo. Isso porque animais e plantas se defendem das infecções causadas por esses patógenos gerando compostos oxidantes derivados do oxigênio e do nitrogênio, dentre os quais hidroperóxidos, como peróxido de hidrogênio (água oxigenada), peroxinitrito e hidroperóxidos orgânicos.
Presentes em todos os seres vivos, as peroxirredoxinas são enzimas especializadas em decompor esses hidroperóxidos, protegendo as células contra danos oxidativos.

Pessoas que tiveram AVC têm mais risco de infarto, indica estudo

avcEstudo conduzido na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) com 120 pacientes mostrou uma relação entre o histórico de acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico e o risco de novas doenças vasculares, incluindo outros episódios de AVC e até mesmo infarto do miocárdio. O trabalho foi publicado na revista Cardiology and Cardiovascular Medicine.
No Hospital das Clínicas da FM-USP, os pesquisadores avaliaram um parâmetro chamado “escore de cálcio” em 80 pacientes acometidos por AVC isquêmico e em outros 40 voluntários sem histórico da doença. Obtido por meio de exames de tomografia, esse parâmetro serve como indicador de risco de depósito de gordura nas artérias (aterosclerose) do coração.

Equipamento desenvolvido na USP em São Carlos pode ajudar a tratar “ombro congelado”

ombro congeladoEstudo preliminar com um equipamento desenvolvido no Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP pode ajudar no tratamento da capsulite adesiva, uma lesão no ombro também conhecida como “ombro congelado”. A inflamação provocada pela capsulite impede o movimento do ombro. Os testes mostraram que a nova técnica tem potencial para tratar a doença e levar recuperação e qualidade de vida em apenas seis semanas, contra os três anos da terapia convencional.
De acordo com a fisioterapeuta Ana Carolina Negraes Canelada, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da

Exposição ao chumbo pode causar modificações no DNA mesmo em baixas concentrações

dnaexpoEstudo publicado na revista Frontiers in Genetics sugere que a exposição ao chumbo – mesmo em concentrações consideradas seguras – pode causar modificações no DNA cujos impactos à saúde ainda são desconhecidos.
As alterações foram detectadas em células do sangue de trabalhadores da indústria de baterias automotivas, que tem o metal como uma de suas principais matérias-primas. A concentração de chumbo nas amostras dos 85 voluntários – em média 20 microgramas por decilitro de sangue (20 µg/dl) – estava abaixo do que a legislação brasileira define como máximo tolerável (60 µg/dl). Estudos realizados na China mostraram