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Ciência da implementação ajuda na adoção de novas práticas em saúde pública, avaliam especialistas

saudeinovacaoA pandemia de COVID-19 mostrou que implementar intervenções eficazes em saúde pública, comprovadas cientificamente, e práticas baseadas em evidências não é algo trivial.
Uma nova especialidade, denominada ciência da implementação, pode facilitar a tarefa ao identificar e abordar as barreiras que retardam ou interrompem a tradução do conhecimento em prática médica.
“Há muitas intervenções que se mostraram eficazes em estudos clínicos e que não são implementadas no mundo real ou são de forma muito limitada. A ciência de implementação pode contribuir para preencher a lacuna entre o que sabemos

Exame inovador para classificar nódulos de tireoide evita cirurgias desnecessárias

photoOs resultados de um novo estudo clínico confirmaram a alta precisão de um exame diagnóstico inovador para identificar e classificar nódulos de tireoide. Com sensibilidade superior aos métodos convencionais, o exame, desenvolvido pela empresa paulista Onkos Diagnósticos Moleculares, se mostrou capaz de evitar grande número de cirurgias desnecessárias. Os novos dados reforçam que, se aplicada em grande escala, a inovação poderia gerar enorme economia para os planos de saúde e para o sistema público de saúde.
O exame molecular mir-THYpe, que foi desenvolvido com apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da FAPESP, e está no mercado desde 2018, utiliza biomarcadores

Mudança na estratégia de vacinação evitou ciclo de febre amarela urbana em São Paulo, afirmam cientistas

fotoJames GathanyCDCA febre amarela é uma doença viral não contagiosa que tem dois ciclos de transmissão: silvestre e urbano. No primeiro, o vírus circula entre macacos, sendo transmitido no Brasil por mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes. No segundo, circula entre humanos, sendo transmitido pelo Aedes aegypti. O Brasil não tem casos de febre amarela urbana desde 1942, mas a versão silvestre pode, por acidente, afetar pessoas que moram perto de florestas e matas, ou que as frequentam.
Foi o que aconteceu nos últimos surtos silvestres em São Paulo, entre 2016 e 2019. Segundo artigo publicado na Scientific Reports, que descreve o processo de difusão no Estado, a doença vitimou pessoas em