- Publicado em Notícias
- Seja o primeiro a comentar!
Maior estudo genômico sobre esquizofrenia encontra mais de 100 genes associados à doença
Um estudo publicado em 8 de abril na revista Nature por um consórcio internacional de cientistas revelou que existem pelo menos 120 genes envolvidos com a esquizofrenia. A partir de dados do DNA de cerca de 300 mil pessoas, o grupo, que inclui pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), demonstrou uma relação causal entre esses genes e quadros da doença.
Trata-se do maior estudo do tipo já realizado sobre a esquizofrenia, condição que afeta cerca de 24 milhões de pessoas no mundo, mais de 2 milhões no Brasil.
“A esquizofrenia tem uma contribuição poligênica [de múltiplos genes] maior do que se imaginava. A pesquisa encontrou 120 genes associados à doença, todos eles atuando nos neurônios.
Uma pesquisa intercultural e internacional liderada por cientistas da Universidade do Texas com a colaboração de pesquisadores do Instituto de Psicologia (IP) da USP está investigando como diferentes atos, contextos, características e eventos podem influenciar as impressões e as atitudes que temos acerca de homens e mulheres. A ideia é ver até que ponto participantes de diferentes países convergem ou divergem nas suas impressões e atitudes interpessoais. Esta compreensão irá proporcionar um avanço no conhecimento
O Instituto de Psiquiatria da USP está buscando voluntários de 18 a 65 anos, que tenham sido diagnosticados com depressão. Os interessados em participar da pesquisa realizarão ressonância cerebral e terão tratamento gratuito por meio de estimulação magnética transcraniana – técnica não invasiva que utiliza campos magnéticos para estimular pequenas regiões do cérebro.
Cientistas desenvolveram um processo sustentável que aproveita solventes “verdes” usados na extração de pigmentos de biomassa de leveduras para fabricar plásticos biodegradáveis. Artigo publicado na revista científica Green Chemistry mostra que esse plástico “verde” poderá, no futuro, ser usado em embalagens “inteligentes”, com propriedades antioxidantes e antimicrobianas.